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domingo, 21 de setembro de 2014

LISTA: 11 ATRIZES CUJAS GRAVIDEZ SE TORNARAM PARTE DAS HISTÓRIAS

Imprevistos ocorrem mais do que imaginamos no mundo das series. Um deles é quando uma atriz anuncia gravidez durante as gravações de um seriado. Resta aos roteiras inventarem maneiras de, ou disfarçar a gravidez ou ainda assumindo fazendo o fato parte das historias. Abaixo, a lista das atrizes que engravidaram e cujas a gravidez passou a fazer parte da historia.


JENNIFER GARNER
Filmando a quinta temporada de Alias, Jennifer Garner anunciou a gravidez de sua primeira filha com o ator Ben Affleck. Acontece que o enredo se desenvolvia centrado na presença de Jennifer e sua Sidney Bristow, a espia mais sexy da TV. A solução encontrada foi a criação de novos personagens  para suprir a ausência de Jen que, atuou com um barrigão até poucos dias antes de dar luz com direito a fazer algumas cenas de ação.






EMILY DESCHENEL
O seriado Bones ainda está ao ar entrando em sua decima temporada. Os roteiristas criaram a gravidez da dra. Temperence assim que a atriz Emily Deschenel anunciou a gravidez no final da sétima temporada de 2011.  A atriz rodou seis capítulos da temporada antes de sair e ostentava um barrigão que a incomodou um pouco durante as filmagens. Os produtores, entretanto, tentaram evitar cair na armadilha de A Gata e o Rato quando os personagens de Bruce Willis e Cybill Shepard não resistiram a tentação e se envolveram romanticamente o que acabou com a graça do programa. O caso de Bones é parecido quando a personagem de Emily e de David Boreanaz anunciaram sua gravidez, os roteirista ficaram tensos como o publico reagiria. Mas, neste caso, a química continuou com sucesso.




ALYSSON HANNIGAN
Durante os 10 anos da serie, a atriz Allyson Hannigan ficou gravida duas vezes. Casada com o ator Alex Denisoff, os dois se conheceram nos bastidores da série Buffy - A Caça Vampiros. Na primeira gravidez em 2005, o estado da atriz não foi incluído no roteiro, então a produção optou por faze-la usar roupas largas e câmeras só filmando ela do busto para cima. A segunda gestação da atriz, em 2012 foi incorporada a história e rendeu ótimos momentos para a Allyson.




LUCILLE BALL
A primeira menção de uma atriz principal ficar gravida durante as filmagens do show foi a pioneira Lucille Ball na clássica I Love Lucy. O fato foi incluído no roteiro, porem, a palavra gravida era proibida de usar pelos personagens (que, também por causa da censura, dormiam em camas separadas) ao invés disso foi utilizado a palavra "esperando". O nascimento do filho de Lucille foi tão comentado que ganhou a capa da primeira edição da revista TV Guide.






JENNA FISCHER
A bela e engraçada Jenna Fischer filmava a oitava temporada da versao americana de The Office quando estava gravida e, assim como no caso de Allyson Hannigan, a primeira gravidez não fazia parte do enredo, mas a segunda sim e sua personagem Pam se tornou mais engraçada do que nunca.




LISA KUDROW
A mais absurda das historias de gravidez das series só podia ter vindo da personagem Phoebe em Friends e sua interprete a engraçada Lisa Kudrow. Para Phoebe, os roteiristas inventaram que ela ficaria gravida do irmão pois este não podia ter filho com a mulher, um pouco mais velha. Obviamente  que não foi metodos naturais, mas isso gerou boas piadas nos anos seguintes.




MARCIA CROSS
Durante a terceira temporada, Marcia Cross ficou gravida de gemeos. No inicio, os produtores não utilizaram a gravidez da atriz fazendo todo o tipo de truque para esconder a barriga. Ao se ausentar para licença maternidade, Marcia voltou algum tempo depois ainda muito inchada, entao os produtores inventaram uma gravidez para a personagem, mas que depois se descobriu falsa.




KATEY SAGAL
Durante a sexta temporada da classica Um Amor de Familia a ariz Katey Sagal descubriu que estava gravida. Os produtores esconderam o fato, porem, durante um episodio a personagem de Katey sonhou que estava gravida e a barriga da atriz foi utilizada. Infelizmente, complicações no parto fizeram a filha de Katey nascer morta. Mais tarde, ela engravidou mais duas vezes, mas o fato não foi mencionado no programa.




RACHEL GRIFFTHS
Rachel Griffths ficou afastada durante quatro episodios da terceira temporada de A Sete Palmos por causa da sua primeira gravidez que foi disfarçada pela produção. Durante o quinto ano, Brenda a sua personagem, engravida junto com a atriz. Em outra oportunidade, Rachel ficou gravida nas filmagens de Brohters and Sisters, mas isso não afetou o andamento da história de sua personagem.




MOLLY RINGWALD
A segunda gravidez de Molly Ringwal foi utilizada enquanto a atriz gravava a serie A Vida Secreta de uma Adolescente Americana. Sua personagem deu a luz a um menino, a atriz, porem, engravidou de gêmeos.




CATERINA SCORSONE
A atriz ficou gravida no meio das filmagens de Private Practice. No enredo, Amelia tem um caso rapido com um cara viciado e acaba entrando no mundo das drogas tambem. A atriz deu a luz em 2012 enquanto sua personagem perdeu o bebê devido aos abusos que sua personagem vinha tendo.


imagens e reportagem adicional: site ranker
  

domingo, 19 de maio de 2013

TUDO O QUE É BOM... UM DIA ACABA

ESTE ANO EU - E MILHARES DE FÃS - PERDERAM TRÊS GRANDES SERIES: 30 ROCK, PRIVATE PRACTICE E THE OFFICE CHEGAM AO FIM.

Vida de fã de serie é assim mesmo, todo ano alguma atração que curtimos é cancelada ou encerrada. Mas, 2013 ficará marcado em mim pois me despeço não de uma, mas sim, de três séries. Mesmo com seus finais anunciados, 30 Rock, Private Practice e The Office irão deixar saudades.



Com um numero reduzido de episódios, o primeiro a dar tchau foi Private Practice. O drama hospitalar foi criado por Shonda Rhimes de Grey's Anatomy e contavam a vida de Addison Montgomerry (Kate Walsh) que largou a vida de bandida em Seattle para arrasar corações em Los Angeles onde trabalha numa clinica com ex-colegas de faculdade. Durante 6 temporadas, Addison tentou encontrar um novo amor, engravidar e criar um bebê adotado. Seus colegas também tentaram viver a vida da melhor forma. Como desde o inicio do sexto ano já se sabia da intensão do encerramento da série, os produtores trataram de amarrar as pontas soltas nos primeiros episódios.  Os últimos capítulos, numa sacada genial dos roteiristas, promoveu a despedida dos personagens dando a eles um episodio cada um. A forma como foram feitos esses capítulos finais também foram diferentes do usual com a liberdade criativa voando solta. Seria muito bom se eles tivessem feito isso a mais tempo. Private Practice lutou desde o primeiro momento para ganhar tantos números de audiência quanto a sua serie irmã. Só ficou na tentativa. Não que a serie não fosse boa, ela entra na categoria de "poderia ter sido melhor".




A próxima atração a dizer adeus, foi a minha segunda serie favorita de todos os tempos: 30 Rock. Mal compreendida até em sua terra natal, a serie era favorecida por um humor acido, um roteiro com piadas a todo o instante e um elenco inspiradíssimo capitaneado por Tina Fey, também criadora do show. Dizem que o seriado durou sete temporadas por que ela tinha mais fama do que sucesso. Especialistas comentam que 30 Rock nunca caiu nas graças do publico americano por que seu humor era sofisticado demais. Tudo o que o americano comum quer era sentar no sofá e relaxar. As piadas muitas vezes sem sentido da atração eram demasiadas inteligentes. Foram varias tentativas infrutíferas da NBC de alavancar a audiência, enquanto isso, com gente assistindo ou não, 30 Rock abusava da arte de ser boa. Difícil de superar.

A ultima temporada, com menos capítulos produzidos do que o habitual, já preparava o publico para o final, visto o tom melancólico dos roteiros. Tal qual a vida real, o seriado dentro do seriado também foi cancelado e Liz Lemon, Jack (Alec Balwdin), Jenna (Jane Krawkoski), Tracy (Tracy Jordan), Kenneth (Jack Mcbride) e todos os outros estão tristes, pois provavelmente não se verão novamente. Ao menos suas vidas estão em vento e polpa, principalmente de Liz que está casada e feliz com Criss (James Marsden) e conseguem adotar não uma, mais duas crianças. A serie sairá do ar com um recorde invejável.  É a serie de ficção com o maior numero de astros convidados que toparam fazer as vezes até pontas, apenas por serem fãs da serie. A ultima temporada, talvez propositalmente, tenha sido a menos engraçada, pois não é só os fãs que ficaram tristes pelo fim de 30 Rock, quem o fez também.



Quanto a The Office, a serie ultrapassou as barreiras do original do qual foi inspirado e ganhou vida própria.  A sua season finale que, a exemplo de 30 Rock e Private Practice, também foi anunciada e não cancelada abruptamente, os roteiristas lembraram do que se tratava a serie. Uma equipe de filmagens acompanha o dia a dia dos funcionários de uma empresa de papel. O documentário, finalmente irá ser exibido e todos do escritório estão ansiosos em como serão mostrados. Claro que os podres de cada um virão a tona. A grande sacada dos roteiristas do seriado, que teve 25 episódios produzidos para o ultimo ano, foi colocar varias duvidas na cabeça do publico, feitas, logico para não desviar a atenção e atrair a audiência até o final. Com a desistência de Andy (Ed Helms), mais preocupado em seguir a vida artística, o escritório ganha um novo gerente: Dwight (Raimm Wilson), cujo sonho sempre foi ter esse cargo. Ele está em duvidas quanto ao seus sentimentos por Angela (Angela Kinsey) que esta em crise no casamento desde que seu marido saiu do armário.  A relação entre ela e Oscar (Oscar Nunes) foi mais explorada por que ele era o amante do marido dela. Essa trama por pouco ofuscou a historia principal: a crise no casamento de Pam (Jenna Fischer) e Jim (Jonh Krasinski). Ele largou o emprego e se afastou da família por um novo trabalho mais vantajoso. Enquanto isso, Pam era consolada por um cameraman charmoso que balançou o coração da ex secretaria.

Apesar de muito personagens, cada um teve um momento de gloria nesta ultima temporada que contou com a participações de vários atores que fizeram a historia da serie nestes nove anos de produção. A grande duvida era se o homem que criou a fama da série Steve Carrel (o doido gerente Michael Scott) fosse participar do ultimo capitulo. Ele garantiu no inicio deste ano, que não poderia devido a conflitos na agenda. Se ele apareceu ou não, eu sei mais não vou dizer pois seria um tremendo Spoiler e estraga prazer tambem. Ao menos a atração fechou com chave de ouro e a com a participação de vários ex atores.


AS SERIES EM NÚMEROS:

NUMERO DE TEMPORADAS: 7
NUMERO DE EPISÓDIOS: 139











NUMERO DE TEMPORADAS: 6
NUMERO DE EPISODIOS: 111






NUMERO DE TEMPORADAS: 9
NUMERO DE EPISODIOS: 187

domingo, 7 de outubro de 2012

GRANDES ESPERANÇAS

UMA ANALISE DO QUE VEM POR AÍ NA NOVA TEMPORADA DAS MINHAS  SERIES FAVORITAS

Chegou a época favorita dos fãs dos seriados de televisão. Neste mês começa a nova temporada onde vemos a estreia de novas series ou então novos episódios  Abaixo, você confere minhas primeiras impressões dos programas que eu acompanho.

30 ROCK
STATUS: SÉTIMA E ULTIMA TEMPORADA.



Os produtores chegaram a um acordo com a rede NBC e decidiram cancelar 30 Rock neste ano. Como diz o ditado televisivo, é melhor sair no auge. Apesar de ser muito bem feita, extramente bem escrita e ter o apoio total da critica, os números de audiência do show nunca foram satisfatórios para o canal que só o manteve no ar devido a muitos prêmios importantes. Nesta sétima e ultima temporada, Liz (Tina Fey) e Jack (Alec Baldwin) decidem se unir a acabar com a programação da NBC (para quem não sabe, 30 Rock é sobre os bastidores de um seriado de televisão fictício . Pelo primeiro episódio, deu para reparar que os roteiristas querem entregar um filé suculento, daqueles de quando você acaba de comer, quer mais.

DOWNTON ABBEY
STATUS: TERCEIRA TEMPORADA, RENOVADA PARA QUARTA.



O seriado inglês se tornou mania no mundo todo, com uma trama simples, porem irresistível e um elenco impecável que brilha a cada cena. Depois de uma criticada segunda temporada, Downton Abbey chega apostando no que sempre foi bom: o dramalhão. O casal 20 da série, Mary (Michelle Dockery) e Matthew (Dan Stevens) finalmente se acertam e anunciam o casamento. Outro casal adorado pelo publico está separado, já que Bates (Brendan Coyle) está preso pelo suposto assassinato de sua ex-esposa e faz de Anna (Joanne Frogatt) uma investigadora em busca da prova que inocenta o marido. Também é destaque a volta da filha prodiga Sybill (Jessica Brown Findlay) agora casada com o ex-motorista de Downton, Branson (Alle Leech) um revolucionário com opiniões fortes.
Até o terceiro episodio tudo o que vi foi mais do mesmo o que, no caso de Downton Abbey, não é ruim, pelo contrario. O criador do seriado, Jullian Followes novamente joga subtramas interessantes que podem vir a se desenvolver no decorrer dos capítulos e ja deixa a todos com a pulga atrás da orelha ao anunciar, já no primeiro episodio, que o Sr. Cronwley (Hugh Bonneville) perdeu sua fortuna. O grande destaque até agora foi a inclusão da veterana Shirley Mclaine como a mãe de Cora (Elizabeth McGovern) uma americana com uma linguá afiada que faz o impossível  unir as rivais Violet (Maggie Smith) e Isobel (Penelope Wilton).

PRIVATE PRACTICE
STATUS: SEXTA TEMPORADA, PERIGO DE CANCELAMENTO



A "irmã" de Grey's Anatomy chega ao sexto ano tentando conquistar o publico americano. Não é fácil  até o momento, dois episódios foram exibidos e tiveram baixa audiência  A situação do drama ainda é confusa com um futuro incerto já que a atriz principal Kate Walsh decidiu não renovar o seu contrato. Confesso que gostei muito do primeiro episodio, não foi anda de mais, mas a montagem foi inteligente ao inserir o que cada personagem anda fazendo depois de uma vinheta ser exibida. De diferente temos a demissão do ator Tim Daly que fazia o medico Pete marido de Violet (Amy Brenneman). O moço contou a "boa nova" via Twitter e vários fãs protestaram em vão. Os capítulos iniciais giram em torno da morte dele e como impacta nos personagens. Outra novidade é a gravidez de Charllote (Kadde Strickland) que deixa Cooper (Paul Audastein) mais bobo do que o normal - as frases da futura mamãe se referindo aos bebes são hilarias. Na área da mocinha da trama, a Dra. Addison resolveu o grande dilema de sua vida e cair nos braços do médico Jake (Benjamin Brett) para dor de cutuvelo do ex Sam (Taye Diggs). Os demais personagens, Amelia (Caterina Scorsone) e Sheldon (Brian Benber) ainda não tiveram tramas centradas neles.

THE GOOD WIFE
STATUS: QUARTA TEMPORADA, COM PROVAVEL RENOVAÇÃO



De longe o melhor seriado dramatico em exibição, The Good Wife estreia a quarta temporada com a corda toda, temos Alicia (Jullianna Mergulies) tomando a decisão de apoiar o ex-marido na candidatura ao governo. Mais uma vez teremos os bastidores de uma campanha politica destrinchada pelos produtores do programa, muito conveniente por sinal, uma vez que esse ano também tem eleição nos EUA. Mais do nunca, Kalinda (Archie Pajanbi) se mostra uma pessoa integrante e, por que não, perigosa, seu ex-marido aparece e ela se pega na porrada com ele num  elevador e depois se pega com ele na cama. Ainda temos uma crise financeira na firma de advogacia onde se passa a ação da série. Os sócios Diane (Christine Baranski) e Will (Josh Charles) estão devendo U$ 60 Milhões e não sabem o que fazer. Uma temporada que promete - mais uma vez - muitas emoções.

THE OFFICE
STATUS: NONA E ULTIMA TEMPORADA



Não só 30 Rock se despedirá da grade da NBC este ano, The Office também dirá tchau. Ainda que muitos fãs defendam que o seriado já devia ter encerrado suas atividades, The Office tem folego para mais um tempo no ar, são muitos personagens e dezenas de possibilidades.
Até o momento foram exibidos três capítulos e eles estão com um clima de adeus. No primeiro episódio tivemos uma rápida despedida de Kelly (Mindy Kaling) e Ryan (B.J. Novack) que ambos foram atrás de novos desafios. Andy (Ed Helms) volta a ser o gerente e promete se casar com fofa da Erin. Jim (John Krasinski) esconde um segredo de Pam (Jenna Fischer) que pode haver com o futuro do casal e a prole. Dwight (Rainn Wilson) so mostra mais excêntrico do que nunca e o personagem pode vir a ganhar uma seria derivada focada na sua vida fora do escritório. Este ultimo ano do seriado promete muitas emoções e risadas, o que é especialidade do programa.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

A IMPORTÂNCIA DO NUMERO 100 PARA UMA SÉRIE DE TV

Abaixo temos uma foto do elenco do seriado Private Practice prestes a saborear um delicioso bolo em comemoração ao centésimo episodio do programa. A série - criada por Shonda Rymes de Grey's Anatomy - entra em sua quinta temporada tentando sobreviver ao competitivo mercado televisivo americano. Mas por que é tão importante um seriado ter 100 capítulos?
Existe uma regra na cena televisiva americana que diz que, se uma série tiver 100 episódios produzidos, é uma garantia de vendas das reprises para outras redes de TV americanas menores ou então a cabo. Garantindo, assim, um lucro maior aos produtores do show alem dos anúncios vendidos na hora do intervalo.

terça-feira, 26 de junho de 2012

BALANÇO DA TEMPORADA 2011/2012

O mes de maio é uma tristeza só para os fas das séries americanas quando suas produções favoritas tiram férias e voltam somente em setembro.  Abaixo, faço uma analise dos seriados que acompanho e, mesmo sendo fã, algumas delas não foram felizes. Mas não é por um detalhe ou outro que desisto fácil.

30 ROCK:


A série estrelada e criada pela hilária Tina Fey começou mais tarde sua exibição. No mes de janeiro que matamos a saudade da turma do programa TGS. A explicação é simples, as duas atrizes principais do show tiveram seus pimpolhos. Enquanto Tina descubriu que estava gravida ao final da quinta temporada, Jane Krakoviski ja atuou com um barrigão ano passado (com um jeitinho que os diretores fazem com truques de camera). O lado ruim é que esperamos mais de 6 meses para vermos episodios ineditos, mas o lado bom é que tivemos semanas que foram exibidos até dois episódios inéditos exibidos em sequencia. E não tivemos interrupções como os seriados tradicionalmente tem. Criativamente, esse ano foi melhor que o anterior com piadas ainda mais absurdas e situações idem. Na premiere tivemos America Kidz Got Talent um falso programa de calouros mirins onde Jenna é a jurada má e humilha as crianças. Essa é a primeira vez que ela tem mais atenção que Tracy Jordan (Tracy Morgan) que tenta de todas as maneiras mais doidas de chamar a atenção de todos. Kenneth (Jack Mcbride) passa por seu inferno astral ao ter que recomeçar na NBC como zelador. Ele tem uma concorrente mais louca que ele chamada Hazel que quer ser estrela a todo o custo. Andares acima, Jack (Alec Baldiwn) começa a ter um caso com a sogra. E, para surprese de todos, Liz começa a namorar um cara normal. Mas, para variar, ela quase poe tudo a perder com a revelação que não quer mais ter filhos.

O BOM:  o programa ficou mais atraente de se acompanhar pelo fato de ter começado mais tarde do que os outros (janeiro ao invez de outubro). Duas ótimas ideias que deram certo no quinto ano foram reaproveitadas essa temporada. Foi exibido outro episódio ao vivo (com a participação de Sir Paul McCartney) que, a propósito, foi muito engraçado. E também o falso reality show The Queen of the Jordan, estrelado pela escandalosa mulher de Tracy.

O RUIM: sinceramente não achei nada de ruim, se fosse escolher seria o mal aproveitamento dos personagens secundarios que são muitos engraçados. Se bem que, com uma protagonista com Tina Fey, qualquer um pode ser dispensado. Ela é demais.


DOWNTON ABBEY:


O unico representante ingles dessa lista, Downton Abbey foi muito criticada em seu segundo ano de exibição por apelar por algo muito comum nos paises latinos: o dramalhao. E como não ser dramatico com essa nova leva de capitulos se passando em plena primeira guerra mundial? No começo é mostrado como os personagens vivem com a ameaça da guerra. Mathew e Thomas estão no front vendo de perto os horrores dessas lutas sem propósito. Enquanto na mansão, Robert sofre por não ser mais ativo na crise. Sua filha mais nova, Cibyll resolve se tornar enfermeira e todos se supreendem com a seriadade que a moça encara o desafio de cuidar de homens com membros mutilados. Mary e Edith não se estranham como antes e ambas tentam encontrar um amor. Mathew volta da guerra anunciando seu noivado e Mary tenta esconder sua tristeza. Ja começou a chorar? Pois bem, a mansão vira uma casa de recuperação e Mathew fica sem poder andar por um algum tempo. No lado da criadagem, que teve menos destaque esse ano, Daisy se casa com Willian sem ama-lo, mas acaba ficando viuva. A senhora Hughes acaba se envolvendo com a historia da nova empregada que é engravidada por um soldado. Ainda tem muito mais! Que tal a volta do homem que todos achavam que havia morrido, Patrick, o real herdeiro de Downton. Mas o homem  retorna desfigurado e, como na epoca nao havia exame de DNA, todos estão incertos.

O BOM: Julian Followes, o criador da série, criou um leque de tipos tão carismaticos que, mesmo que a qualidade do roteiro tenha caido, ainda eles são adoráveis.

O RUIM: Até mesmo o mais chato e ruim episodio de Downton Abbey é acima da média do que muito que vemos na TV ultimamente e, para nós acostumados com novelas brasileiras e mexicanas, o dramalhao que tomou conta esse ano é absolutamente normal. Minha unica critica é que o casal destaque Sr. Bates e Anna tiveram poucas histórias centradas neles.



LEI E ORDEM: UNIDADE DE VITIMAS ESPECIAIS:


A decima terceira temporda da serie ja começa com uma noticia triste. Chris Meloni que fazia o detetive Stable não renovou o seu contrato. E ainda, Mariska Hargathay anunciou que gostaria de participar menos episodios. O produtores e ate mesmo o publico da franquia Lei e ordem estavam acostumados com a dança das cadeiras no elenco. Mas com UVE é diferente por que até hoje o elenco permanecia praticamente inaltedarado. Como se não bastasse perder Meloni, ainda tivemos a saida de Tamara Tunue (a Dra.Warner) e o pscicologo interpretado por D.B. Wong, eles fazem apenas aparições especiais. Em contra partida, temos inclusão do dois novos personagens. O detetive Amaro (Danny Pinno, de Aquivo Morto) e a detetive Rollins. A principio os dois não foram lá muito aceitos, visto que a audiencia do show despencou em quase 3 milhoes de pessoas.  Ao menos, boas historias continuaram sendo contadas.

O BOM:  a promessa da diminuição da participação da atriz Mariska Hargatay no elenco da série não foi cumprida. Ainda bem, pois ela comandou o show mostrando interpretações que poucas atrizes podem dar o luxo de fazer, ainda mais num programa com tantos anos no ar.

O RUIM: a entrada dos novos personagens não foi bem aceita de modo geral, mas aos poucos eles podem a vir a conquistar os fãs, basta os roteiristas não nos forçarem a isso.


PRIVATE PRACTICE:


Entrando em seu quinto ano de produção, Private Practice não apresentou muitas novidades com relação ao ano anterior a não ser a presença do ator Benjamin Bratt no elenco fixo do programa, em substituição a atriz Audra Mcdonald que pediu para sair. Ele faz Jake um especialista em fertilização. A emotiva protagonista Addison (Kate Walsh) deseja ser mãe a todo o custo e todas as tentativas disponíveis para engravida-la foram em vão. Cooper (Paul Aldastein, que tambem estreou por trás das cameras) recebe uma surpresa ao descobrir que tem um filho fruto de uma noitada. Mas a mãe do garoto adoece e ele e Charlotte (Kadee Strikland) encaram o desafio de criar uma criança. O casal Pete (Tim Daily) e Violet (Amy Brenemman) entram em crise e se separam e a psiquiatra tem um caso com um garotão socorrista.  Sam (Tye Diggs) se separa de Addie devido a vontade da obstetra de ser mãe. O grande destaque da temporada foi o vicio de Amélia (Caterina Scosione) em drogas e a relação destrutiva que entra com o seu novo namorado. 
As tramas acima podem ser bobas e enfadonhas, e são mesmo, acontece que eu não sei o que me atrai a assistir esse seriado que não tem lá nada de muito especial. 

O BOM: A trama toda envolvendo Amélia e seu vicio chamou a atenção do publico. Apesar de usar  a mesma estrutura já apresentada em outras séries (um personagem se vicia durante uma temporada), foi legal de ver o episodio de intervenção, onde todos os personagens se reuniram para fazer a cirurgiã admitir o vicio. Ela ofendeu a todos e acabou com o clima na clinica. 

O RUIM:  Apesar de eu gostar muito de Kate Walsh e sua personagem a Dra Addison Montgomery, ela acaba sendo secundaria de sua própria série (coisa que acontece também com sua colega Meridith Grey de Grey's Anatomy) e, neste ano, a sua trama foi focada em tentar ser mãe, longe da predadora de outros tempos. 


RINGER:


O grande estardalhaço para estreia de Ringer fez todo o sentido já que marcava a volta de Sarah Michelle Gellar (a eterna Buffy) aos seriados de TV. A balzaquiana fez o papel das gémeas Sioban e Brigett, uma mais pirigueti do que a outra. Sioban (ô nomezinho esquisito) forja a própria morte e sua irmã assume seu lugar, encarando os podres da vida outra (amante, enteada chata e muita cretinice). No piloto descobrimos que Shiv vai tramar para irmã para se esquivar da vidinha que levava em Nova Iorque. Comparada ás novelas mexicanas por trazer uma situação mais absurda do que a outra, Ringer não segurou a audiência e levou muitas criticas tanto por parte da impressa como dos fãs de Sarah que preferiam que ela estivesse em um projeto melhor. Foi cancelada após 22 capítulos produzidos

O BOM: Ver Sarah atuando é sempre um prazer, ainda que seja da forma mais canastrona possível. Seu companheiro de elenco Ion Grindfund (de Quarteto Fantástico) tambem é bom ator, ainda que mal aproveitado, e alguns diálogos tão cretinos que acabaram sendo fantásticos!

O RUIM: Sarah precisa urgente trocar de agente! Somente um empresario sem noção para colocar a atriz que foi protagonista de um programa como Buffy, nessa bomba. E o pior, ela colaborou para isso já que também atuava como produtora executiva. Quem gosta de situações esdruxulas e absurdas se deliciou com cada segundo desta serie.


THE OFFICE:


Quem pensava que a saída de Steve Carrel na temporada passada faria mal ao seriado se enganou. Claro que o ator e seu personagem, o chefe sem noção Michael Scott, faz muita falta, mas os personagens secundários seguraram bem o barco. O destaque ainda ficam por conta de Dwigth (Rainn Wilson), Jim (Jonh Krasinski), Pam (Jenna Fischer) e Andy (Ed Helms), que acaba se tornando o novo gerente do escritório para a surpresa de todos.  

O BOM: Após a saída de Carrel, os roteiristas ficaram com um leque de 14 personagens para desfrutar o que deu um novo gás ao programa que, na próxima temporada, completa 9 anos no ar.

O RUIM: Um dos prováveis substitutos de Michael era Robert Califórnia (James Spader) que acabou ficando com o cargo de gerente geral, aparecendo esporadicamente na série. Acontece que criaram um tipo bem sem graça para um programa de comédia.


domingo, 2 de outubro de 2011

UM LUGAR AO SOL

A televisão hoje em dia é assim gente, se um programa faz sucesso, tem que se aproveitar ao máximo o momento para lucrar, pois nunca se sabe se a moda será passageira ou duradoura. Que o diga Dick Wolf, criador de Lei e Ordem, quando está série fez o sucesso que fez la no inicio dos anos 1990, ele aproveitou a deixa e permitiu a criação de outras produções passadas no mesmo universo. O termo técnico para isso é spin off ou numa tradução aproximada é um seriado derivado de outro. Alguns spin off eu acho mais interessantes que o original, é o caso de Private Practice, que é uma série derivada de Grey's Anatomy. 

Private Practice é estrelado por Kate Walsh fazendo o papel de Addison Montgomery a ex-esposa do Dr. Derek (Patrick Dempsey) que resolve sair de Seattle, onde a trama de Grey's se desenvolve, com destino a ensolarada Los Angeles trabalhar na clinica particular de seus amigos de faculdade Sam (Taye Diggs) e Naomi (Audra Mcdonald). Addison resolve esquecer toda a sua complicada vida cheia de mentiras e traições fazendo o que mais sabe: trabalhar. Na clinica Ocean, alem do casal Sam e Naomi, a médica conhece a psicologa Violet (Amy Brenemman), o medico adepto de medicina natural Pete (Tim Dale), o confuso pediatra Cooper (Paul Aldestein), a medica linha dura Charlotte (Kadee Strickland) e o recepcionista que sonha em ser médico Dell (Chris Lowell). Esses são os personagens principais da primeira temporada que teve apenas 9 episódios devido a polemica greve dos roteiristas que parou Hollywood em 2007.



O problema maior dessa série (apesar de eu gostar muito dela) são seus personagens que, até por PP ser exibido após Grey's as 22:00, poderiam ser mais desenvolvidos e bem trabalhados. Parecem ser aqueles adolescentes de dramas como Gossip Girl, com uma personalidade tão profunda quanto um pires. Coisas como medo de compromisso em personagens com média de 40 anos é forçar a barra. Outro defeito que percebo também vem dos próprios produtores do show, enquanto em Grey's é feito de tudo pro seriado não cair na rotina (com episódios temáticos, musicais, especias, etc) em PP tudo é perfeitinho, redondinho e, talvez, a maior ousadia da equipe de roteiristas até hoje, foi matar o personagem Dell no final do terceiro ano. Outra coisa que não engoli direito até hoje, foi o casal fofo que se formou na terceira temporada Addison e Pete que até criavam Lucas, o filho que Violet abandonou por que teve depressão pós parto. O trio funcionava direito e até deu um novo impulso para a trama, mas o salto no tempo do inicio da quarta temporada isso tudo sumiu. Pete e Violet já apareceram morando juntos com o bebe e Addison tem o caso mais polemico de sua historia, com o marido de sua mehor amiga. O casal AddiSam como foi chamado, dividiu a opnião dos fãs. Por outro lado, quem saiu ganhando com todo esse rolo e troca-troca de casais foi o casal preferido do publico: Charlotte e Cooper. Ela é uma megera a ser domada e ele, um bobalhão querido por todos. 

A quarta temporada deu um pouco de folego ao seriado com a inclusão de dois novos personagens. Sheldon (Brian Benber) é outro psicologo que está em busca de um grande amor e a ex-cunhada de Addison, Amélia (Caterina Scorsione). Dona de métodos radicais de cirurgia no cranio, ela é adepta do estilo corte para tudo. A trama dos dois ainda não foi muito explorada. Esse quarto ano será lembrado como um dos momentos mais angustiantes que o programa passou, o estupro de Charlotte. Uma trama que ofuscou as outras devido a competência da atriz Kadee Strickland, que de durona sem sentimentos, se tornou a mais sensível personagem. Foi emocionante a cena após o ato, quando ela liga primeiro para a pessoa que tem menos afinidade, Addison e só fez isso por que sabe que ela não se meteria muito como os outros. Outro destaque negativo foi a perda da personagem Naomi. A atriz Audra MCdonald pediu afastamento da produção para se dedicar mais a família e ao teatro. No mundo das série, quando um sai, entra outro para dar um novo gás e essa quinta temporada marca a estreia de Benjamim Bratt como um novo interesse romantico para Addie. Demoro. Tudo que essa série precisa é de um lugar ao sol, de preferencia saindo da sombra de Grey's Anatomy.

                            Elenco da 5a temporada. 
                            Esperança de bons roteiros.

sábado, 14 de maio de 2011

BALANÇO DA TEMPORADA 2010/2011


O QUE DE BOM DE RUIM ROLOU NO MUNDO DOS SERIADOS ESTA TEMPORADA.

O mundo dos seriados americanos é mais ou menos como o meu e o seu. Após um periodo de muito trabalho, um merecido descanso é o desejo de todos. Muitos fãs não gostam do mês de Maio, já que, tradicionalmente, as grandes redes de TV encerram as atuais temporadas de seus principais shows fazendo uma pausa que se encerra somente em Setembro, nesse intervalo os atores fazem projetos para o cinema ou peças de teatro. Preparei um resumo do que de bom e ruim aconteceu na temporada 2010/2011 das séries assistidas por mim. Rolou de tudo, algumas atrações foram canceladas, outras tiveram um ano morno, em outras ocorreram despedidas de elenco, enfim, noticia é que não faltou. Aproveite e diga voce tambem que mais gostou ou não.


30 ROCK:
Sem duvida o mais pirado de todos os seriados de comédia em exibição. É non sense geral. Este ano, Liz Lemon (Tina Fey) namorou o piloto Carol (participação especial de Matt Damon), mas a quarentona nunca levou jeito para namoros e desta vez não foi diferente. Jack (Alec Baldwin) quase viu seu reino ameaçado pela venda da NBC para Kabletown e só ficou no cargo por que Liz criou um canal pornô para solteiras. O maluco Tracy Jordan (Tracy Morgan) apareceu pouco já que o ator teve que se ausentar por sofrer uma cirurgia, mas o seu tempo em cena tentou provar que ainda é um cara mal. Ja Jenna (Jane Krakowski) e Kenneth (Jack Mcbride) continuam os mesmos malucos ela querendo a atençao de todos e ele sendo submisso a todos. Um curiosidade, a atriz Jane Krarowski engravidou e os produtores não aproveitaram isso no roteiro, então, ela atuou com uma imensa barriga em que os produtores tentavam esconder de todas as maneiras. A menos de um mês tambem foi anunciada a gravidez de Tina Fey, outra vez não alterará os rumos do seriado apenas irá atrasar a estreia de nova temporada para o inicio de 2012 para as mamães curtirem os rebentos.

O BOM: Num ano cheio de altos e baixos, 30 Rock apresentou 4 primeiros episódios perfeitos e muito engraçados, destaque para "Live Show" capitulo que foi transmitido ao vivo e que fez uma homenagem as sitcons. Tambem destaco as participações especiais de Susan Sarandon, Michael Keaton, o roteirista Alan Sorkin e a ex-secretaria de estado Condolezza Rice.

O RUIM: "100 th episode", comemorou o centésimo episódio(para os produtores de série é garantia de uma sobre-vida de um seriado ja que da direito a outras redes comprarem e exibirem as reprises). Um capitulo especial de 1 hora que poderia ter sido mais engraçado.





V - VISITANTES
:

Apesar de ter mais audiência do que muito programa ao ar, V não era sucesso entre o publico alvo, pessoas entre 18 a 49 anos, os maiores consumidores. Por isso seu fim foi anunciado em 13 de Maio pela ABC. Durante os apenas 10 episódios produzidos para a segunda temporada, foram apresentadas diversas traições (entre elas de Ryan), retornos (Josh ressussitou desmemoriado), maldades (Anna usando e abusando de sua mae, da filha e da filha de Ryan) e namoros (Erica e Hobbes engantando um caso escondido de todos). Não se sabe bem os motivos deste seriado nao ter sido nunca bem aceito pelos americanos. Tem uma boa história, alguns personagens são um pouco carismáticos.Nunca se sabe quando se nasce um fenomeno, não? Meio que antecipando seu fim, os roteiristas apresentaram suas (dos V) reais intenções, claro que nada pacificas.

O BOM:
Os ultimos cinco capitulos apresentaram uma reviravolta ao apresentar um atentado contra Anna (Morena Baccarin), que, claro não deixou barato e apresentou o projeto Concórdia que nos bastidores é mais um maléfico plano para uma invasão de visitantes sem precedentes.

O RUIM:
Anna decidiu que a alma humana é que tornas os terrestres tão especiais. Tal plot só deixou os fãs e aqueles que tentavam gostar da série ainda mais incrédulos quanto ao destino do programa. O resultado? Mais uma queda de audiencia, prontamente resolvida com o esquecimento do fato e um atentado que estremeceu as bases do seriado.





PRIVATE PRACTICE:
Para quem não sabe, Private Practice é um spin off da badalada Grey's Anatomy. Se voce curtiu os primeiros anos desse seriado, deve se lembrar da presença da Doutora Addison Montegouney (Kate Wash), esposa traíra de Derek (Patrick Dempsey). Shonda Rymes, a criadora de ambas a atrações decidiu apresentar um novo projeto para ABC. O resultado foi Private que mostra Addison se mudando para Los Angeles revendo amigos e trabalhando numa clinica particular.
O seriado sempre sofreu a sombra de seu irmão não ganhando nem mesmo participações especiais, episodios tematicos ou alguma outra história polemica. Arrisco-me a dizer até que PP é bem morno, estilo agua com açucar, deve ser por isso que eu curto tanto. Após um terceiro ano muito bom, onde Addison namora com Pete (Tim Dayle) e cria seu filho Lucas e um dos principais personagens morre, o quarto ano dá um salto no tempo e toda essa história é esquecida. Violet (Amy Breneman) volta para os braços de Pete e os dois casam. O casal destaque Cooper (Paul Audistein) e Charlotte (Kadee Strickland) continuam o vai e volta e sua relação é ameaçada por uma tragedia no meio do ano. Naomi (Audra McDonald) é pouco aproveitada por uma própria decisão da atriz que deixará o elenco fixo este ano para voltar a sua cidade natal, Nova York. De novidade, a série apresentou elevando a categoria de personagens principais a linguaruda Amélia (Caterina Scorsone) e o psiquiatra Sheldon (Brian Benber), que tiveram poucas histórias focadas neles.


O BOM:
Quando tudo se encaminhava para a temporada mais sem graça do seriado, os telespectadores foram surpreendidos com a violencia sexual sofrida por Charlotte. O foco, mesmo sem querer acabou ficando nela que sofria calada só se revelando para Addison. Mais tarde, todos ficaram sabendo e apoiaram a arredia amiga. O arco de histórias entre o ataque feito por Lee (Nicholas Brandon, de Buffy - A Caça Vampiros), sua recuperação e os efeitos do trauma foram o grande destaque deste ano.

O RUIM:
A estrela do show ficou bem apagadinha esse ano. Addison, que teve um final de relacionamento com Pete muito mal explicado pelos roteiristas, acabou se envolvendo com Sam (Taye Diggs), numa relação muito critica por fãs (seria por que o cara é o negão que tá pegando a protagonista? ou os dois não tem quimica?). O namoro dos dois só foi rompido por que Addie fez um ultimato para Sam (ela quer ter um filho). No mundo dos seriados é tudo muito complicado mesmo...





THE GOOD WIFE:
Me desculpem fãs de House e Grey's Anatomy. Mas o melhor seriado dramatico em exibição é The Good Wife. A tragetória de vida de Alicia (Julianna Mergules) de esposa traída para uma excelente advogada é muito mais legal do que ver um médico mal humorado e um bando de médicos se esfregando num hospital. Este ano vai ficar marcado como "A" temporada da série. Peter (Chris Noth) sai da cadeia e se candidata ao cargo de procurador do Estado, nisso uma verdadeira aula do que rola nos bastidores de uma campanha politica é mostrada pelos roteiristas. Enquanto isso, Alicia tenta reconstruir a vida ao lado do esposo sem muita confiaça. Na vida profissional da boa esposa, ela continua a queridinha de Diane (Christine Baranski, ótima atriz) e Will (Josh Charles). Os dois por sinal, uma dupla de cobras perfeita já que tambem armam nos bastidores para voltarem a ser sócios do escritório. Quem ganha destaque nesse ano é Eli (Allan Cumming) o articulador politico que arma todas para Peter ganhar a eleição.


O BOM:
Me arrisco a dizer que esta temporada de The Good Wife, não houve um unico episódio ruim e como se isso já não fosse o suficiente tem uma participação mais que especial de Michael J. Fox como um advogado que usa a sua doença como arma para ganhar seus casos. Tambem tem o capitulo em que Alicia descobre que Kalinda (Archie Panjabi) durmiu com seu marido. A atuação das duas é mais que perfeita. E a ultima cena deste ano mostrou algo que os fãs gostariam de ver. Uma dica: motel.

O RUIM:
Acredite, não tenho nenhum comentario a fazer.




SMALLVILLE:
Não é uma série que me agrada muito, apesar que desde o inicio aprecio os efeitos especiais. Minha não simpatia pelo show é o fato de muitos eventos criados pelos roteiristas não condiziam aos quadrinhos (até eu ler uma reportagem da revista Mundo dos Super-heróis dizendo o contrário). Nesta ultima temporada, Clark (Tom Willing) salva Metrópolis de tudo quanto é tipo de ameaça e é apelidado por Lois (Erica Durance) de Borrão. Muitas ameaças são mostradas assim como muitos heróis dos quadrinhos da DC Comics. Chloe (Allison Mack) e Oliver (Justin Hartley) estão cada vez mais juntos. No ultimo episódio, uma ameaça de um meteoro gigante está cada vez mais próximo da Terra. Darksaid (que aparece durante segundos) é quem está tramando tudo. Clark está em duvidas quanto ao seu destino de homem comum e protetor do planeta. Seus pais adotivos Martha (Anete O'Toole) e Jonathan (John Sheneider) e tambem Jol El (voz de Terence Stamp) aconselham o moço a escolher as duas opções de modo que uma não interfira na outra. O mais importante tudo não é o salvamento da Terra (já que isso é mais do que certo que aconteceria), mas sim como seria o destino dos personagens. Até mesmo Lex (Michael Rosembaum)
volta do mundo dos mortos.

O BOM:
Em suas ultimas temporadas, Smallville abraçou de vez seu lado super-herói e uma grande variedade de personagens da DC apareceu na tela, muitos inclusive nem tinham tido sua vez em carne e osso.

O RUIM:
Com desistencia de alguns atores de se fazer parte do elenco fixo, como Kristen Kreuk (Lana) e Michael Rosembaum (Lex) o seriado perdeu um pouco do folêgo e apartir do quinto ano tudo acabou virando uma grande novela onde nem sempre os acontecimentos agradavam os fãs. Esta décima temporada alguns eventos e atores são retornados para terem suas histórias fechadas, mas não do jeito deveriam ser mostrados mesmo.





GLEE:
A série musical continua a queridinha dos fãs de séries. Um presente dados para os admiradores do programa foi a presença dada aos personagens secundários, o que acabou ofuscando a dupla Finn/Rachel. Até mesmo a antes onipresente vilã Sue apareceu pouco, mas todas as vezes roubando a cena. Tal qual aconteceu no primeiro ano, houve um episódio temático. Na primeira temporada, os membros do clube do coral cantaram musicas de Madonna, desta vez, Britney Spears foi a homenageada com destaque para maluca Britanny soltando a voz. Os produtores ficaram devendo o esperado capitulo com musicas de Michael Jackson, somente Thriller teve sua versão apresentada. Para fugir do lugar comum, tambem teve canções escritas especialmente para o show.


O BOM:
Como já mencionado, o legal desse ano foi o aproveitamento dos personagens secundários com destaque para Brittany que teve um capitulo só para ela, com direito a participação especial de Britney Spears. Kurt quase namorando um rapaz da escola que ele se mudou por sofrer bulling e Funeral o episódio mais triste e emocionante até agora tambem foram destaques.

O RUIM:
Apesar de todo o oba-oba em cima do show ele carece de um detalhe importente: a inconsistencia de seus personagens. Detalhes, histórias e cenas são esquecidas na mesma velocidade que a gente esquece de coisas simples. Eles acabam ora sendo mocinhos, ora sendo vilões não tendo um caracter definido.





THE OFFICE:
O 7o ano da série já começou com um anuncio triste: Steve Carrel não renovaria seu contrato com o programa, o que todos pensavam ser o fim de The Office, passou longe já que a NBC resolveu seguir em frente mesmo com o astro principal presente ou não. Assim todos os episódios desse ano foram que um pouco nostalgicos e emocionantes. Sempre presente em todas as cenas, Michael foi aparecendo cada vez menos, talvez preparando os telespectadores para a futura ausencia do chefe mais querido da TV. Quando finalmente, Michael se despediu o seriado continuou por 4 episódios mostrando a busca para um novo lider do escritorio mais pirado que já vimos.

O BOM:
Um dos melhores momentos foi o episódio em que Michael mostrou aos seus funcionarios o filme que ele fez com eles durante sete anos. Assim, personagens que fizeram participação ao longo dos anos foram reapresentados. Tambem já figura entre um dos melhores, senão o melhor, episodio foi Good Bye, Michael! onde o cara, que sempre gostou de ser o centro das atenções, se despede de todos antes da festa de despedida dando um presente que lembra a personalidade de cada, ele só fica triste por que não se despede de Pam (Jenna Fischer) que burlou o trabalho para ir ao cinema. Quando ele está no aeroporto ela vai de encontro ao ex-chefe e se despede emocionada, foi um momento de cortar o coração que até cheguei a chorar.

O RUIM:
Nenhum episódio foi ruim, o que me incomoda, ás vezes, é os personagens esquecerem que estão sendo filmados pelos documentaristas e agirem normalmente, ninguem diante de uma camera reage assim.





LEI E ORDEM: UNIDADE DE VITIMAS ESPECIAIS:
Lei e Ordem: UVE é um caso raro na minha tragetória de fã de seriados. Eu comecei a assistir essa atração na décima temporada, apenas por que estava sem nada para ver na TV e acabei gostando. Acabou sendo a unica das séries da franquia Lei e Ordem a permanecer no ar nos EUA (Lei e Ordem: Crimes Premeditados foi encerrado e Lei e Ordem: LA cancelado esse ano). E tambem será a ultima a vez que veremos a série do jeito que a conhecemos. Christofer Meloni (Det, Stable) não renovou seu contrato e não voltará para o próximo ano. Já a outra protagonista, Mariska Hartway (Det, Benson), aceitou uma rebaixa em seu salário em troca de fazer aparições esporadicas. Os produtores já estão em busca de novos protagonistas para o drama. Não será novidade alguma, já que na história da franquia, a rotatividade do elenco é comum. Nesta temporada, além das já tradicionais boas e surpreendentes histórias, as participações especiais chamaram atenção. Jeromy Irons fez um pedófilo, Joan Cusack como uma mãe de criança abusada, Jennifer Love Hewitt como uma vitima de violencia, Maria Bello como uma viciada, entre outros.

O BOM:
Os roteiros do seriados são incriveis e dão uma, até duas reviravoltas fazendo com que um pacato episódio se transforme num momento eletrizante.


O RUIM:
Não há muito o que falar mal de UVE a não ser o fato do pouco aproveitamento dos personagens secundário focando toda a atenção na dupla Stabler/Benson (não é a toa que os dois atores estão querendo sair).