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domingo, 14 de fevereiro de 2016

ADEUS A BOA ESPOSA


Uma das séries mais elogiadas da TV aberta americana acaba de ter seu fim oficialmente anunciado. A rede CBS decidiu cancelar The Good Wife após 7 anos no ar. Exibida no Brasil no canal Universal, a não renovação do seriado não pegou os fãs de surpresa devido algumas noticias que circulavam na internet ultimamente. 

A primeira se referia aos criadores e principais roteiristas Robert e Michelle King que não iriam participar da série caso ela fosse renovada para uma oitava temporada pela CBS já que o contrato deles expiraria. Não é um caso de briga uma vez que os dois vão criar uma nova série para o mesmo canal. Outra noticia atingiu em cheia os fãs da série. Foi dito que a protagonista Julianna Margulies se recusou a contracenar com a atriz Archie Panjabi que interpreta o papel de Kalinda um dos destaques da produção. Quando Archie anunciou sua saída do show toda uma historia criando um fim digno para Kalinda foi criada. Em sua ultima aparição Kalinda e Alicia (personagem de Julianna) deveriam se despedir tomando um drink. Como no últimos anos o clima entre Julianna e Archie estava tenso a tocante cena final de Kalinda foi filmada sem a presença das atrizes contracenando e a edição tratou de fazer com que as duas estivem ali no mesmo local. Trucagem da televisão. Essa noticia "queimou o filme" da série e, principalmente da atriz principal, já que é muito mais comum do que imaginamos atores que se detestam mas mesmo assim contracenam. Faltou profissionalismo.

A polemica cena feita com ajuda de computador e edição de câmeras


Mesmo com os bastidores conturbados, The Good Wife se despede com status de uma das melhores séries dramáticas produzidas na TV aberta. Para entender o contexto é necessário explicar o cenário da TV americana. Ha anos as grandes redes (CBS, NBC, ABC e Fox) veem perdendo a audiência para as inovadoras séries da TV a cabo (HBO e Showtime, principalmente) e plataformas digitais (Amazon, Netflix). Diferente da concorrência, a TV aberta tem que tomar muito cuidado com o que se coloca no ar (no quesito seriados) pois o prejuízo é muito grande. Por isso, as grandes redes não investem em novos formatos se prendendo a séries comuns (aquelas onde o protagonista interagem com o caso da semana e pronto), remakes (Havai 5.0) e spin offs (Lei e Ordem, NCIS, CSI).  Quando, The Good Wife surgiu em 2009 foi um frescor de criatividade.

As mulheres da série: sempre fortes, no centro de azul, a criadora


A trama era focada em Alicia uma dona de casa que é obrigada e dar a volta por cima após os escândalos provocados pelo marido. Passando por dificuldades e com dois filhos adolescentes, Alicia decide voltar a profissão que se formou e passa a advogar no escritório de um colega da faculdade chamado Will (Josh Charles). Nesse terreno, ela tem um pouco de dificuldade de se adaptar aos métodos as vezes pouco ortodoxos de Will e sua sócia Diane (Christine Baranski), conhece a investigadora Kalinda e vira rival de Cary (Matt Czuchry) um jovem que faz de tudo para subir de cargo no escritório. Durante 7 temporadas, Alicia deixa o nome da série de lado (a boa esposa) e passa a ser cada vez mais pratica e decisiva em seus casos, geralmente, sempre ganhando algum caso mesmo que o cliente não seja inocente.

Elenco da sétima temporada


Apesar de nunca ter sido um estouro na audiência, a série tinha o prestigio da critica e colecionava os principais prêmios. A própria trama foi se emoldurando e se transformando deixando de lado as historias de tribunais um pouco de lado e focando em politica. Os bastidores da politica e advogacia ganharam um foco inédito e, muitas vezes, surpreendente. Todos eram manipulados ou manipuladores. Outro destaque da série foram as participações especiais de atores como Michael J. Fox (fazendo um advogado que aproveitava de sua doença para se fazer de bonzinho), Stockard Channing, Dylan Baker, Amanda Peet, Mamie Gramer (filha de Meryl Streep), Matthew Perry e muitos outros que só ajudaram a contribuir com essa série que deixará saudades. 

domingo, 7 de outubro de 2012

GRANDES ESPERANÇAS

UMA ANALISE DO QUE VEM POR AÍ NA NOVA TEMPORADA DAS MINHAS  SERIES FAVORITAS

Chegou a época favorita dos fãs dos seriados de televisão. Neste mês começa a nova temporada onde vemos a estreia de novas series ou então novos episódios  Abaixo, você confere minhas primeiras impressões dos programas que eu acompanho.

30 ROCK
STATUS: SÉTIMA E ULTIMA TEMPORADA.



Os produtores chegaram a um acordo com a rede NBC e decidiram cancelar 30 Rock neste ano. Como diz o ditado televisivo, é melhor sair no auge. Apesar de ser muito bem feita, extramente bem escrita e ter o apoio total da critica, os números de audiência do show nunca foram satisfatórios para o canal que só o manteve no ar devido a muitos prêmios importantes. Nesta sétima e ultima temporada, Liz (Tina Fey) e Jack (Alec Baldwin) decidem se unir a acabar com a programação da NBC (para quem não sabe, 30 Rock é sobre os bastidores de um seriado de televisão fictício . Pelo primeiro episódio, deu para reparar que os roteiristas querem entregar um filé suculento, daqueles de quando você acaba de comer, quer mais.

DOWNTON ABBEY
STATUS: TERCEIRA TEMPORADA, RENOVADA PARA QUARTA.



O seriado inglês se tornou mania no mundo todo, com uma trama simples, porem irresistível e um elenco impecável que brilha a cada cena. Depois de uma criticada segunda temporada, Downton Abbey chega apostando no que sempre foi bom: o dramalhão. O casal 20 da série, Mary (Michelle Dockery) e Matthew (Dan Stevens) finalmente se acertam e anunciam o casamento. Outro casal adorado pelo publico está separado, já que Bates (Brendan Coyle) está preso pelo suposto assassinato de sua ex-esposa e faz de Anna (Joanne Frogatt) uma investigadora em busca da prova que inocenta o marido. Também é destaque a volta da filha prodiga Sybill (Jessica Brown Findlay) agora casada com o ex-motorista de Downton, Branson (Alle Leech) um revolucionário com opiniões fortes.
Até o terceiro episodio tudo o que vi foi mais do mesmo o que, no caso de Downton Abbey, não é ruim, pelo contrario. O criador do seriado, Jullian Followes novamente joga subtramas interessantes que podem vir a se desenvolver no decorrer dos capítulos e ja deixa a todos com a pulga atrás da orelha ao anunciar, já no primeiro episodio, que o Sr. Cronwley (Hugh Bonneville) perdeu sua fortuna. O grande destaque até agora foi a inclusão da veterana Shirley Mclaine como a mãe de Cora (Elizabeth McGovern) uma americana com uma linguá afiada que faz o impossível  unir as rivais Violet (Maggie Smith) e Isobel (Penelope Wilton).

PRIVATE PRACTICE
STATUS: SEXTA TEMPORADA, PERIGO DE CANCELAMENTO



A "irmã" de Grey's Anatomy chega ao sexto ano tentando conquistar o publico americano. Não é fácil  até o momento, dois episódios foram exibidos e tiveram baixa audiência  A situação do drama ainda é confusa com um futuro incerto já que a atriz principal Kate Walsh decidiu não renovar o seu contrato. Confesso que gostei muito do primeiro episodio, não foi anda de mais, mas a montagem foi inteligente ao inserir o que cada personagem anda fazendo depois de uma vinheta ser exibida. De diferente temos a demissão do ator Tim Daly que fazia o medico Pete marido de Violet (Amy Brenneman). O moço contou a "boa nova" via Twitter e vários fãs protestaram em vão. Os capítulos iniciais giram em torno da morte dele e como impacta nos personagens. Outra novidade é a gravidez de Charllote (Kadde Strickland) que deixa Cooper (Paul Audastein) mais bobo do que o normal - as frases da futura mamãe se referindo aos bebes são hilarias. Na área da mocinha da trama, a Dra. Addison resolveu o grande dilema de sua vida e cair nos braços do médico Jake (Benjamin Brett) para dor de cutuvelo do ex Sam (Taye Diggs). Os demais personagens, Amelia (Caterina Scorsone) e Sheldon (Brian Benber) ainda não tiveram tramas centradas neles.

THE GOOD WIFE
STATUS: QUARTA TEMPORADA, COM PROVAVEL RENOVAÇÃO



De longe o melhor seriado dramatico em exibição, The Good Wife estreia a quarta temporada com a corda toda, temos Alicia (Jullianna Mergulies) tomando a decisão de apoiar o ex-marido na candidatura ao governo. Mais uma vez teremos os bastidores de uma campanha politica destrinchada pelos produtores do programa, muito conveniente por sinal, uma vez que esse ano também tem eleição nos EUA. Mais do nunca, Kalinda (Archie Pajanbi) se mostra uma pessoa integrante e, por que não, perigosa, seu ex-marido aparece e ela se pega na porrada com ele num  elevador e depois se pega com ele na cama. Ainda temos uma crise financeira na firma de advogacia onde se passa a ação da série. Os sócios Diane (Christine Baranski) e Will (Josh Charles) estão devendo U$ 60 Milhões e não sabem o que fazer. Uma temporada que promete - mais uma vez - muitas emoções.

THE OFFICE
STATUS: NONA E ULTIMA TEMPORADA



Não só 30 Rock se despedirá da grade da NBC este ano, The Office também dirá tchau. Ainda que muitos fãs defendam que o seriado já devia ter encerrado suas atividades, The Office tem folego para mais um tempo no ar, são muitos personagens e dezenas de possibilidades.
Até o momento foram exibidos três capítulos e eles estão com um clima de adeus. No primeiro episódio tivemos uma rápida despedida de Kelly (Mindy Kaling) e Ryan (B.J. Novack) que ambos foram atrás de novos desafios. Andy (Ed Helms) volta a ser o gerente e promete se casar com fofa da Erin. Jim (John Krasinski) esconde um segredo de Pam (Jenna Fischer) que pode haver com o futuro do casal e a prole. Dwight (Rainn Wilson) so mostra mais excêntrico do que nunca e o personagem pode vir a ganhar uma seria derivada focada na sua vida fora do escritório. Este ultimo ano do seriado promete muitas emoções e risadas, o que é especialidade do programa.

sábado, 14 de maio de 2011

BALANÇO DA TEMPORADA 2010/2011


O QUE DE BOM DE RUIM ROLOU NO MUNDO DOS SERIADOS ESTA TEMPORADA.

O mundo dos seriados americanos é mais ou menos como o meu e o seu. Após um periodo de muito trabalho, um merecido descanso é o desejo de todos. Muitos fãs não gostam do mês de Maio, já que, tradicionalmente, as grandes redes de TV encerram as atuais temporadas de seus principais shows fazendo uma pausa que se encerra somente em Setembro, nesse intervalo os atores fazem projetos para o cinema ou peças de teatro. Preparei um resumo do que de bom e ruim aconteceu na temporada 2010/2011 das séries assistidas por mim. Rolou de tudo, algumas atrações foram canceladas, outras tiveram um ano morno, em outras ocorreram despedidas de elenco, enfim, noticia é que não faltou. Aproveite e diga voce tambem que mais gostou ou não.


30 ROCK:
Sem duvida o mais pirado de todos os seriados de comédia em exibição. É non sense geral. Este ano, Liz Lemon (Tina Fey) namorou o piloto Carol (participação especial de Matt Damon), mas a quarentona nunca levou jeito para namoros e desta vez não foi diferente. Jack (Alec Baldwin) quase viu seu reino ameaçado pela venda da NBC para Kabletown e só ficou no cargo por que Liz criou um canal pornô para solteiras. O maluco Tracy Jordan (Tracy Morgan) apareceu pouco já que o ator teve que se ausentar por sofrer uma cirurgia, mas o seu tempo em cena tentou provar que ainda é um cara mal. Ja Jenna (Jane Krakowski) e Kenneth (Jack Mcbride) continuam os mesmos malucos ela querendo a atençao de todos e ele sendo submisso a todos. Um curiosidade, a atriz Jane Krarowski engravidou e os produtores não aproveitaram isso no roteiro, então, ela atuou com uma imensa barriga em que os produtores tentavam esconder de todas as maneiras. A menos de um mês tambem foi anunciada a gravidez de Tina Fey, outra vez não alterará os rumos do seriado apenas irá atrasar a estreia de nova temporada para o inicio de 2012 para as mamães curtirem os rebentos.

O BOM: Num ano cheio de altos e baixos, 30 Rock apresentou 4 primeiros episódios perfeitos e muito engraçados, destaque para "Live Show" capitulo que foi transmitido ao vivo e que fez uma homenagem as sitcons. Tambem destaco as participações especiais de Susan Sarandon, Michael Keaton, o roteirista Alan Sorkin e a ex-secretaria de estado Condolezza Rice.

O RUIM: "100 th episode", comemorou o centésimo episódio(para os produtores de série é garantia de uma sobre-vida de um seriado ja que da direito a outras redes comprarem e exibirem as reprises). Um capitulo especial de 1 hora que poderia ter sido mais engraçado.





V - VISITANTES
:

Apesar de ter mais audiência do que muito programa ao ar, V não era sucesso entre o publico alvo, pessoas entre 18 a 49 anos, os maiores consumidores. Por isso seu fim foi anunciado em 13 de Maio pela ABC. Durante os apenas 10 episódios produzidos para a segunda temporada, foram apresentadas diversas traições (entre elas de Ryan), retornos (Josh ressussitou desmemoriado), maldades (Anna usando e abusando de sua mae, da filha e da filha de Ryan) e namoros (Erica e Hobbes engantando um caso escondido de todos). Não se sabe bem os motivos deste seriado nao ter sido nunca bem aceito pelos americanos. Tem uma boa história, alguns personagens são um pouco carismáticos.Nunca se sabe quando se nasce um fenomeno, não? Meio que antecipando seu fim, os roteiristas apresentaram suas (dos V) reais intenções, claro que nada pacificas.

O BOM:
Os ultimos cinco capitulos apresentaram uma reviravolta ao apresentar um atentado contra Anna (Morena Baccarin), que, claro não deixou barato e apresentou o projeto Concórdia que nos bastidores é mais um maléfico plano para uma invasão de visitantes sem precedentes.

O RUIM:
Anna decidiu que a alma humana é que tornas os terrestres tão especiais. Tal plot só deixou os fãs e aqueles que tentavam gostar da série ainda mais incrédulos quanto ao destino do programa. O resultado? Mais uma queda de audiencia, prontamente resolvida com o esquecimento do fato e um atentado que estremeceu as bases do seriado.





PRIVATE PRACTICE:
Para quem não sabe, Private Practice é um spin off da badalada Grey's Anatomy. Se voce curtiu os primeiros anos desse seriado, deve se lembrar da presença da Doutora Addison Montegouney (Kate Wash), esposa traíra de Derek (Patrick Dempsey). Shonda Rymes, a criadora de ambas a atrações decidiu apresentar um novo projeto para ABC. O resultado foi Private que mostra Addison se mudando para Los Angeles revendo amigos e trabalhando numa clinica particular.
O seriado sempre sofreu a sombra de seu irmão não ganhando nem mesmo participações especiais, episodios tematicos ou alguma outra história polemica. Arrisco-me a dizer até que PP é bem morno, estilo agua com açucar, deve ser por isso que eu curto tanto. Após um terceiro ano muito bom, onde Addison namora com Pete (Tim Dayle) e cria seu filho Lucas e um dos principais personagens morre, o quarto ano dá um salto no tempo e toda essa história é esquecida. Violet (Amy Breneman) volta para os braços de Pete e os dois casam. O casal destaque Cooper (Paul Audistein) e Charlotte (Kadee Strickland) continuam o vai e volta e sua relação é ameaçada por uma tragedia no meio do ano. Naomi (Audra McDonald) é pouco aproveitada por uma própria decisão da atriz que deixará o elenco fixo este ano para voltar a sua cidade natal, Nova York. De novidade, a série apresentou elevando a categoria de personagens principais a linguaruda Amélia (Caterina Scorsone) e o psiquiatra Sheldon (Brian Benber), que tiveram poucas histórias focadas neles.


O BOM:
Quando tudo se encaminhava para a temporada mais sem graça do seriado, os telespectadores foram surpreendidos com a violencia sexual sofrida por Charlotte. O foco, mesmo sem querer acabou ficando nela que sofria calada só se revelando para Addison. Mais tarde, todos ficaram sabendo e apoiaram a arredia amiga. O arco de histórias entre o ataque feito por Lee (Nicholas Brandon, de Buffy - A Caça Vampiros), sua recuperação e os efeitos do trauma foram o grande destaque deste ano.

O RUIM:
A estrela do show ficou bem apagadinha esse ano. Addison, que teve um final de relacionamento com Pete muito mal explicado pelos roteiristas, acabou se envolvendo com Sam (Taye Diggs), numa relação muito critica por fãs (seria por que o cara é o negão que tá pegando a protagonista? ou os dois não tem quimica?). O namoro dos dois só foi rompido por que Addie fez um ultimato para Sam (ela quer ter um filho). No mundo dos seriados é tudo muito complicado mesmo...





THE GOOD WIFE:
Me desculpem fãs de House e Grey's Anatomy. Mas o melhor seriado dramatico em exibição é The Good Wife. A tragetória de vida de Alicia (Julianna Mergules) de esposa traída para uma excelente advogada é muito mais legal do que ver um médico mal humorado e um bando de médicos se esfregando num hospital. Este ano vai ficar marcado como "A" temporada da série. Peter (Chris Noth) sai da cadeia e se candidata ao cargo de procurador do Estado, nisso uma verdadeira aula do que rola nos bastidores de uma campanha politica é mostrada pelos roteiristas. Enquanto isso, Alicia tenta reconstruir a vida ao lado do esposo sem muita confiaça. Na vida profissional da boa esposa, ela continua a queridinha de Diane (Christine Baranski, ótima atriz) e Will (Josh Charles). Os dois por sinal, uma dupla de cobras perfeita já que tambem armam nos bastidores para voltarem a ser sócios do escritório. Quem ganha destaque nesse ano é Eli (Allan Cumming) o articulador politico que arma todas para Peter ganhar a eleição.


O BOM:
Me arrisco a dizer que esta temporada de The Good Wife, não houve um unico episódio ruim e como se isso já não fosse o suficiente tem uma participação mais que especial de Michael J. Fox como um advogado que usa a sua doença como arma para ganhar seus casos. Tambem tem o capitulo em que Alicia descobre que Kalinda (Archie Panjabi) durmiu com seu marido. A atuação das duas é mais que perfeita. E a ultima cena deste ano mostrou algo que os fãs gostariam de ver. Uma dica: motel.

O RUIM:
Acredite, não tenho nenhum comentario a fazer.




SMALLVILLE:
Não é uma série que me agrada muito, apesar que desde o inicio aprecio os efeitos especiais. Minha não simpatia pelo show é o fato de muitos eventos criados pelos roteiristas não condiziam aos quadrinhos (até eu ler uma reportagem da revista Mundo dos Super-heróis dizendo o contrário). Nesta ultima temporada, Clark (Tom Willing) salva Metrópolis de tudo quanto é tipo de ameaça e é apelidado por Lois (Erica Durance) de Borrão. Muitas ameaças são mostradas assim como muitos heróis dos quadrinhos da DC Comics. Chloe (Allison Mack) e Oliver (Justin Hartley) estão cada vez mais juntos. No ultimo episódio, uma ameaça de um meteoro gigante está cada vez mais próximo da Terra. Darksaid (que aparece durante segundos) é quem está tramando tudo. Clark está em duvidas quanto ao seu destino de homem comum e protetor do planeta. Seus pais adotivos Martha (Anete O'Toole) e Jonathan (John Sheneider) e tambem Jol El (voz de Terence Stamp) aconselham o moço a escolher as duas opções de modo que uma não interfira na outra. O mais importante tudo não é o salvamento da Terra (já que isso é mais do que certo que aconteceria), mas sim como seria o destino dos personagens. Até mesmo Lex (Michael Rosembaum)
volta do mundo dos mortos.

O BOM:
Em suas ultimas temporadas, Smallville abraçou de vez seu lado super-herói e uma grande variedade de personagens da DC apareceu na tela, muitos inclusive nem tinham tido sua vez em carne e osso.

O RUIM:
Com desistencia de alguns atores de se fazer parte do elenco fixo, como Kristen Kreuk (Lana) e Michael Rosembaum (Lex) o seriado perdeu um pouco do folêgo e apartir do quinto ano tudo acabou virando uma grande novela onde nem sempre os acontecimentos agradavam os fãs. Esta décima temporada alguns eventos e atores são retornados para terem suas histórias fechadas, mas não do jeito deveriam ser mostrados mesmo.





GLEE:
A série musical continua a queridinha dos fãs de séries. Um presente dados para os admiradores do programa foi a presença dada aos personagens secundários, o que acabou ofuscando a dupla Finn/Rachel. Até mesmo a antes onipresente vilã Sue apareceu pouco, mas todas as vezes roubando a cena. Tal qual aconteceu no primeiro ano, houve um episódio temático. Na primeira temporada, os membros do clube do coral cantaram musicas de Madonna, desta vez, Britney Spears foi a homenageada com destaque para maluca Britanny soltando a voz. Os produtores ficaram devendo o esperado capitulo com musicas de Michael Jackson, somente Thriller teve sua versão apresentada. Para fugir do lugar comum, tambem teve canções escritas especialmente para o show.


O BOM:
Como já mencionado, o legal desse ano foi o aproveitamento dos personagens secundários com destaque para Brittany que teve um capitulo só para ela, com direito a participação especial de Britney Spears. Kurt quase namorando um rapaz da escola que ele se mudou por sofrer bulling e Funeral o episódio mais triste e emocionante até agora tambem foram destaques.

O RUIM:
Apesar de todo o oba-oba em cima do show ele carece de um detalhe importente: a inconsistencia de seus personagens. Detalhes, histórias e cenas são esquecidas na mesma velocidade que a gente esquece de coisas simples. Eles acabam ora sendo mocinhos, ora sendo vilões não tendo um caracter definido.





THE OFFICE:
O 7o ano da série já começou com um anuncio triste: Steve Carrel não renovaria seu contrato com o programa, o que todos pensavam ser o fim de The Office, passou longe já que a NBC resolveu seguir em frente mesmo com o astro principal presente ou não. Assim todos os episódios desse ano foram que um pouco nostalgicos e emocionantes. Sempre presente em todas as cenas, Michael foi aparecendo cada vez menos, talvez preparando os telespectadores para a futura ausencia do chefe mais querido da TV. Quando finalmente, Michael se despediu o seriado continuou por 4 episódios mostrando a busca para um novo lider do escritorio mais pirado que já vimos.

O BOM:
Um dos melhores momentos foi o episódio em que Michael mostrou aos seus funcionarios o filme que ele fez com eles durante sete anos. Assim, personagens que fizeram participação ao longo dos anos foram reapresentados. Tambem já figura entre um dos melhores, senão o melhor, episodio foi Good Bye, Michael! onde o cara, que sempre gostou de ser o centro das atenções, se despede de todos antes da festa de despedida dando um presente que lembra a personalidade de cada, ele só fica triste por que não se despede de Pam (Jenna Fischer) que burlou o trabalho para ir ao cinema. Quando ele está no aeroporto ela vai de encontro ao ex-chefe e se despede emocionada, foi um momento de cortar o coração que até cheguei a chorar.

O RUIM:
Nenhum episódio foi ruim, o que me incomoda, ás vezes, é os personagens esquecerem que estão sendo filmados pelos documentaristas e agirem normalmente, ninguem diante de uma camera reage assim.





LEI E ORDEM: UNIDADE DE VITIMAS ESPECIAIS:
Lei e Ordem: UVE é um caso raro na minha tragetória de fã de seriados. Eu comecei a assistir essa atração na décima temporada, apenas por que estava sem nada para ver na TV e acabei gostando. Acabou sendo a unica das séries da franquia Lei e Ordem a permanecer no ar nos EUA (Lei e Ordem: Crimes Premeditados foi encerrado e Lei e Ordem: LA cancelado esse ano). E tambem será a ultima a vez que veremos a série do jeito que a conhecemos. Christofer Meloni (Det, Stable) não renovou seu contrato e não voltará para o próximo ano. Já a outra protagonista, Mariska Hartway (Det, Benson), aceitou uma rebaixa em seu salário em troca de fazer aparições esporadicas. Os produtores já estão em busca de novos protagonistas para o drama. Não será novidade alguma, já que na história da franquia, a rotatividade do elenco é comum. Nesta temporada, além das já tradicionais boas e surpreendentes histórias, as participações especiais chamaram atenção. Jeromy Irons fez um pedófilo, Joan Cusack como uma mãe de criança abusada, Jennifer Love Hewitt como uma vitima de violencia, Maria Bello como uma viciada, entre outros.

O BOM:
Os roteiros do seriados são incriveis e dão uma, até duas reviravoltas fazendo com que um pacato episódio se transforme num momento eletrizante.


O RUIM:
Não há muito o que falar mal de UVE a não ser o fato do pouco aproveitamento dos personagens secundário focando toda a atenção na dupla Stabler/Benson (não é a toa que os dois atores estão querendo sair).








terça-feira, 7 de dezembro de 2010

LISTA: 5 MELHORES SÉRIES EM EXIBIÇÃO

Os seriados de TV tem o dom de nos emocionar, encantar, divertir e até educar - em alguns casos -, principalmente os americanos. Assim como o Brasil ou o México está para as telenovelas, os yankees estão para as séries: são craques em contar histórias.
Abaixo, voce confere um pequeno guia das melhores séries dramaticas em exibição:



1 - THE GOOD WIFE - PELO DIREITO DE RECOMEÇAR:
Dependendo do formato, alguns shows tendem a ficar repetitivos. No caso de The Good Wife, tinha tudo para ser "o caso da semana". Mas os roteiristas fazem de tudo para que isso não aconteça. A rigor, o programa mostra a vida de Alicia uma advogada tentando recomeçar a vida ao lado do marido politico currupto e infiel. Atualmente na segunda temporada, a trama apresenta os bastidores de uma nova campanha politica e tambem Alicia tendo que provar suas habilidades defendendo ora bandidos, ora inocentes.
Com um enredo as vezes complexo, repleto de personagens com carater dúbio, traições e complicações amorosas, o seriado está a cada nova apresentação, mais interessante de se acompanhar.


2 - OS MORTOS VIVOS


Baseado numa HQ, este seriado apresenta o mundo sendo atacado sem dó por zumbis mortos de fome. Um grupo de sobreviventes faz um esforço sem limites para escaparem com vida dessa ameaça comedora de miolos.
Com apenas 6 episódios produzidos para primeira temporada, The Walking Dead é a mais nova mania da TV. Produzido por Frank Darambont (diretor de Um Sonho de Liberdade) e acompanhado de perto pelos criadores dos quadrinhos (para não houver liberdades criativas em cima da adaptação para as telas) o seriado tem tem tudo que um filme de zumbie tem: miolos, sangue, tiros na cabeça e miolos. E tambem muita criatividade.


3 - LEI E ORDEM: UNIDADE DE VITIMAS ESPECIAIS


Pode um seriado ficar interessante após 12 anos no ar? A resposta é sim! Com um enredo ousado até para a TV americana há um desfile de casos de estupro, feitiches sexuais, pedofilia e todo o tipo de caso "especial" , os detetives Benson e Stabler possuem sangue frios ao darem de cara a todo esse tipo de perversão.
Este seriado não enjoa por dois motivos bem simples: os casos dão duas até três viradas por roteiro o que torna tudo imprevisivel e tambem o fato dos roteiristas não mostrarem muito da vida pessoal dos protagonistas.



4 - MAD MEN
Os glamurosos anos 1960 estão de volta. impecável por fora, podre por dentro. o dia-a-dia de uma agencia de publicidade no centro de Nova Yorque com foco no galã Don Drapper(Jonn Hamm), homem casado com inumeros casos e flertes. Ah, ele tambem fuma muito! Aliás, todos os personagens fumam, nos anos 60, isso era glamour. Aos pouco apareciam os primeiros casos de cancer no pulmão relacionados ao cigarro. Todo o charme da série está no fato de os personagens não ficarem estagnados e vivem sempre mudando, sempre crescendo e aprendendo com seus erros. As feministas odeiam o show pois as mulheres são mostradas de duas maneiras: como dona de casa ou amante.
Com um estilo narrativo lento, uma reconstituição de epoca impecável e interpretações acima da média até para a TV, Mad Men é hoje considerada a melhor série de TV e um daqueles programas que irão influenciar as produções futuras.


5 - TRUE BLOOD
Tambem conhecida como a série mais sensual da televisão, principalmente devido a alta dose de sexo apresentada nos episódios, que fazem os filmes do Cine Band Privê parecerem novela das 6.
Adaptado de um sucesso literário, mas longe de ser um Crepusculo para adultos, o seriado apresenta em seu enredo um pouco de critica ao consumismo desenfreado e tambem aos preconceitos sociais, ao mostrar os vampiros como seres marginalizados e desprezados pela sociedade.
Sucesso na HBO americana e já renovada para um quarto ano, o programa se mantem entre um dos mais assistidos da TV a cabo americana.