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domingo, 3 de novembro de 2013

SOUND TRACK: A MUSICA DE CINEMA

NO DOUBT - NEW TRILHA SONORA DO FILME GO - VAMOS NESSA


Em Go - Vamos Nessa (Go, 1999) temos um crime envolvendo um traficante de drogas contado de três pontos de vista diferentes. No elenco tinha Katie Holmes no intervalo de filmagens de Dawnson's Creek e Scott Wolf numa pausa das gravações de O Quinteto. A musica tema do filme era tocado pelo No Doubt liderado pela bela e carismática Gwen Stefani. O filme ganhou status de cult por sua edição ágil e bem legal.


OS DIAS DE KHAOE

Não me aguentei de curiosidade e tive que baixar os cinco primeiros episódios de Homeland, sem duvida alguma, a melhor série dramática do momento. Não consigo esperar 6 meses para a excelente versão dublada na Áudio News Rio ser postada lançada em DVD. Ainda mais após os eventos explosivos (literalmente) do final do segundo ano. Diz uma regra das séries de TV que, um seriado fica realmente muito bom na sua terceira temporada. A primeira, apresenta os personagens e situações, a segunda experimenta o publico e a terceira mostra ao que veio. Homeland mostrou tudo isso em seus dois primeiros anos, vamos ver o que os roteiristas vão aprontar. Até onde pude ver, a CIA está atrás da rede terrorista que explodiu a sua sede. Brody (Damien Lewis) está desaparecido. Carrie (Claire Danes) vira alvo de uma comissão que investiga o atentado terrorista. Quem diria que o querido Saul (Mandy Patinkin) virou uma especie de vilão com atitudes e decisões polemicas?. E o atirador de elite Peter Queen (Rupert Friend) vira personagem fixo fazendo as vezes de Carrie no primeiro ano. Ele persegue e espiona a moça.

Para os lados ingleses, chegou a hora da tão comentada estreia do primeiro personagem negro de Downton Abbey. Jake Ross é um cantor de jazz de um clube de Londres que encanta Rose (Lily James), que decide investir na amizade da garota. Ao site entertenimentwise, Carr disse que nunca se incomodou da série não ter mais personagens negros e disse também que sua família é fã do programa. Quanto ao personagem em si, Ross é um jovem que se encanta com Rose e fará amizade também com Lady Mary (Michelle Docrery). "Ele entrará numa sala e saberá que todos olham para ele. Então ele continua de cabeça erguida", diz o ator que também não teme que os fãs antigos da série irão gostar de seu personagem ou não. Da ala da criadagem, a atriz interprete da simpática Ana, Joanne Frogatt, saiu em defesa do criador e principal roteirista do show quanto a controvérsia cena do estrupo de sua personagem por um criado de um convidado do casarão. "Fiquei muito orgulhosa do show", disse Joanne. ao entertenimentwise.com.  "é uma coisa muito corajosa de se fazer e Julian não foi gratuito em mostrar a cena, ele não queria esse tipo de exposição a sua criação". A defesa de Joanne é devido a muitas reclamações recebidas pelo canal ITV após a cena ir ao ar. Ninguem jamais esperava que isso fosse acontecer ao uma personagem tão querida quanto Ana. Isso tudo para mostrar o tão forte é o amor de Ana e seu marido, Bates (Brendan Cole) ao enfrentarem mais esse desafio.



Outra série que voltei a ver essa semana com toda empolgação foi Bates Motel. A série que, vai estrear em breve na Record, tem apenas 10 episódios nesta sua primeira temporada. Ela é basicamente sustentada nas figuras de Norman (Freddie Highmore) e sua mãe Norma (Vera Farmiga). Desde o primeiro capitulo, os dois já mostraram um pé no mundo do crime ao matar o antigo proprietário do motel que Norma comprou. Norman idolatra a sua mãe e, mesmo para uma época mais liberal como essa que vivemos, não deixa de ser incomodo ver a obsessão do garoto por sua geradora e vice versa. 



Toda semana, se não for no dia, assisto a reprise do Saia Justa. Ótimo programa para quem não tem tempo de ver telejornais, as garotas te deixam bem informados dos assuntos do momento. no programa da ultima quarta Astrid Fontenelle, Barbara Gancia, Maria Ribeiro e Monica Martelli, não poderia deixar de ser, discutiram sobre a dezena de cães da raça beagle que foram resgatados de um laboratório onde sofriam experiencias para novos cosméticos. É uma discussão polemica, é verdade, já que, se não fossem por testes feitos em animais, não se descobriria a insulina que é tao importante para os diabéticos. Não é fácil de se decidir contra ou a favor do uso de animais. Mas uma coisa é certa, os ativistas resgataram tudo quanto é bicho, mas só deixaram para trás os ratos. Nesse contexto, o direito não é igual para todos? 

No mundo da cultura pop, a estrela Jennifer Love Hewitt perdeu o emprego. A sua serie The Client List foi cancelada pelo canal americano Lifetime com a desculpa que não tinha mais espaço na grade. Tudo mentira, o criador do programa não aceitou a sugestão de usar a gravidez real de Jennifer para a personagem que ela interpreta. A situação se agravou quando Hewitt insistiu que o pai do filho de sua personagem fosse o mesmo ator que é marido da atriz que participa do seriado. Isso me lembra de 2 ocasiões em que a gravidez  da atriz não foi incorporada a trama, em compensação, a produção teve que rebolar para cobrir o barriguão das atrizes. Foi com Jane Krakoski em 30 Rock e recentemente com Clarie Danes em Homeland. Quando Jennifer Garner engravidou em Alias, sua personagem Sidney Bristol também engravidou, mas isso foi bem complicado para os roteiristas pois, a série dependia 100% do físico de Jennifer para funcionar.



Os únicos filmes que deram para ver essa semana foi Samurai X e Família do Bagulho. O primeiro é adaptação bem sucedida do mangá de sucesso publicado nos anos 1990. O desenho fez sucesso no Brasil ao ser exibido na Globo em 1999, na época se especulou até que o anime ia ser exibido nas férias de Malhação. A versão do filme que assisti foi lançada pela Focus Filmes em DVD e Blu Ray. Alem de ser uma produção que tem cenas que te deixam de boca aberta, os produtores tiveram o desafio de condensar cerca de 20 capítulos do mangá em um filme de duas horas. Destaco a dublagem que teve o cuidado de trazer os mesmos dubladores do desenho para os personagens principais da película. As únicas exceções foram as vozes de Yahiko que, até por questões obvias, foi feita por uma criança e a do vilão Jinei que, infelizmente, não teve a presença do veterano Emerson Camargo. O outro filme é uma comedia escrachada na linha da trilogia Se Beber, Não Case. Em Família do Bagulho, o personagem do hilário Jason Sudeikes tem que contratar uma falsa família para realizar um contrabando de drogas. Sua "esposa" é a bela Jennifer Aniston fazendo uma stripper que pode ser despejada se não pagar o aluguel. Os filhos do casal são interpretados pela sobrinha de Julia Roberts, Emma Roberts (da série Normal Demais) e o ator inglês Will Pouter. O filme é recheado de cenas escatológicas e palavrões mas, tirando o lado que glamoriza traficantes de drogas, é bem engraçado, principalmente pelo elenco.



Essa semana se lamentou a morte do desenhista Renato Canini que contribuiu e muito para a nona arte no Brasil. Ele trabalhou para editora Abril desenhando anos o personagem Zé Carioca. Mesmo mantendo o padrão estabelecido pela Disney, Renato soube marcar seu estilo próprio.

Para fechar a semana com chave de ouro, descubro um site que postou a sexta e sétima temporadas de Buffy - A Caça Vampiros dublada!!! Isso quebrou um mito que circulava na internet onde dizia que a Fox Films do Brasil não lançava o restante do seriado em DVD por que não havia áudio em português. Tudo mentira, a Fox não lança por que não quer. Eu tinha certeza absoluta que o sexto ano havia sido dublado pois a dubladora de Buffy, Sylvia Sallusti, confirmou essa informação em sua comunidade no Orkut, anos atrás; Tratei de baixar os 44 episódios restantes rapidamente e, mesmo não sendo tão brilhante como a segunda e terceira temporadas do programa, esses capítulos tem o seu valor. O site é http://telleseries.blogspot.com.br/ e é especializado em "ripar" ou gravar de canais a cabo séries dubladas. No caso de Buffy, eles conseguiram esse feito através do site Netflix que fez a série ser lembrada novamente. Menos por mim, pois eu nunca esqueci.

IMAGEM DA SEMANA


A imagem acima é a capa para a versão definitiva de O Reino do Amanha ao ser lançado pela editora Panini este mês. A mini serie lançada originalmente em 1996 e já publicada no país duas vezes, uma pela editora Abril e outra pela própria Panini, é uma carta aberta de amor dos criadores Mark Waid (roteiro) e Alex Ross (arte). Na época de seu lançamento o mercado dos gibis vivia uma crise de criatividade e, consequentemente de vendas, que quase resultou na falência da Marvel Comics e com vendas abaixo do esperado para a DC que insistia em matar (Superman) ou mudar drasticamente seus personagens (Aquaman). Quem reinava nas bancas eram os heróis da Image Comics que nada mais eram do que releituras de personagens clássicos mas, com uma diferença básica, as histórias eram violentas e ruins. 
Em cada dialogo de Waid e a cada pintura de Ross eles declaram o amor a personagens que a anos fazem parte do imaginário popular. A história junta o útil ao agradável, pois a história é sensacional e as pinturas realistas de Alex Ross são deslumbrantes em todas as paginas. Apesar de já ter em  minha coleção as edições anteriores, vou adquirir essa também pois virá com novos e inéditos extras. A Panini não está me pagando cachê (quem dera) mas indico esta obra pela sua qualidade difícil de ser superada.

domingo, 20 de outubro de 2013

OS DIAS DE KHAOE

A SEMANA AGITADA DE UM NERD

Essa minha semana de nerd começou com uma decisão. Em homenagem ao dia do professor, não fui ao curso. Seriam só quarta e quinta e ainda é começo de bimestre! Não posso mentir, não fui por pura preguiça. Deus me perdoe. Não fiquei a toa, pois tratei de colocar em dia minhas séries de TV.

Santa Clara - a santa da televisão - ouviu minhas preces e a segunda temporada de Homeland dublada estava disponível para ser baixada para comprar nos sites de livrarias. Devorei os 12 episódios em 6 dias. Li em sites que este segundo ato das aventuras da obcecada agente Carrie era fraquinho. Claro, foi difícil superar a EXCELENTE primeira temporada e toda a trama deste segundo ano poderia ser resolvida em, no máximo, 6 capítulos. Carrie está se recuperando de perder o emprego quando a CIA a convida novamente para caça a Abur Nazir um terrorista que quer matar O máximo de gente possível nos EUA. Saul (Mandy Patinki) acha uma gravação onde o agora candidato a vice presidente Brody (Damian Lewis) confessa o por que cometeu o ato terrorista. Tal ato não aconteceu e serviu para Carrie provar a todos que estava certa e reconquistar o prestigio na agencia. Um novo personagem é introduzido. O misterioso Peter Queen (Rupert Friend) tem algum plano obscuro com David (David Estes). A temporada passa até o momento em que Nazir sequestra Carrie e obriga Brody a matar o vice presidente. Descobrimos que verdadeiro vilão é David que tem coragem o suficiente para tramar com a vida de todos do elenco. Foi interessante ver como a produção tentou esconder o barrigão de gravida de Clarie Danes.




Saindo das conspirações e politicagens de Homeland, tento dar uma olhada na nova MTV. A diferença básica entre a MTV Brasil que pertencia a Abril e a MTV Viacon é que a segunda, a principio está investindo em varias series de TV. Tem clássicos teen como Dawnson's Creek e The OC - Um Estranho no Paraíso e novas manias como Diários de um Vampiro, Zoados e Awkward. A programação da nova televisão também abre espaço para diversos realities shows que são sucesso na matriz americana. A aposta - com razão - é Catfish baseado num documentário homônimo sobre pessoas que se conhecem somente pela internet e decidem se conhecer pessoalmente. Seguindo a tendencia da TV a cabo, TODA a programação do canal é dublada. E no Rio nos estúdios Voice Brazil! Pode me chamar de preconceituoso, mas filme ou série dublado no Rio, é outro nível. Tambem tem os desenhos South Park e Beavis and Butt-Head.

Essa semana se lembrou do poeta/compositor Vinicius de Moraes que completaria 100 anos se estivesse vivo. Só de pensar que o pais viveu uma fase onde as musicas de Vinicius e Tom Jobin eram cantadas por todos... É difícil de engolir que hoje o que esta na boca do povo são esses pseudo cantores de sertanejo universitário que dizem ABSOLUTAMENTE  a MESMA coisa em todas as musicas e os cantores (?) de funk. Na vida adulta aprendi que não tenho o direito de dizer que a musica que eu não gosto é ruim. Mas quando penso que as crianças CANTAM e ADORAM esse tipo de musica, me irrita. Mas eu sou um besta mesmo, enquanto essa gente ganha rios de dinheiro perco meu tempo falando deles.

Numa das decisões mais controversas de sua história, o SBT decidiu não renovar seu contrato de exclusividade na TV a aberta com a Warner. Nos últimos anos, a distribuidora vinha fornecendo séries e filmes que, em algum momento, davam muita audiência ao canal paulista. R$ 40 milhões foi o motivo. Dizem que a Globo já demonstrou interesse em adquirir o contrato que teria campeões de bilheteria como as sagas Harry Potter, O Senhor dos Anéis, Batman, Superman, entre outros. A emissora alegou também que filmes hoje em dia não dão tanta audiência assim. Bom se eles não os exibissem depois das 23h00 com certeza seria diferente. Esse assunto também despertou na impressa o assunto que dizia que as emissoras abertas estão cada vez mais perdendo o interesse em filmes, pois existem muita concorrência com as TV a cabos que tem dezenas de canais exibindo filmes (muitas reprises, nunca canso de reclamar disso). Só o tempo dirá se o SBT tomou a decisão certa. Só lembro que anos atrás, eles decidiram dispensar a Televisa e são justamente as novelas mexicanas do grupo que seguram o segundo lugar de audiência vespertina do canal.



Um assunto que bombou nas redes sociais foi sobre as mudanças na legislação sobre direitos autorais em biografias não autorizadas. Bem, não foi bem o assunto que gerou polemica mas sim a porta voz do grupo que tenta impedir as mudanças. Paula Lavigne bateu boca com a jornalista Barbara Gancia no programa Saia Justa na quarta. Tive a oportunidade de ver e foi uma discussão bem acalorada.



Enquanto isso em Hollywood... a impressa americana ficou boba com a noticia que o protagonista da versão cinematográfica do romance porno brega 50 Tons de Cinza abandonou o barco. Dizem que o ator Charlie Hunnan achou pouco ganhar 125 mil dólares para o papel. Realmente é pouco ao imaginar o quanto o estúdio vai lucrar. A corrida pelo novo ator está a todo o vapor já que as filmagens estão programadas para começar em 1º de novembro. Essa nota mudou a sua vida? Nem a minha, a impressa americana as vezes é muito exagerada.

PARABÉNS, DANNY BOYLE!

UM DOS CINEASTAS COM UMA FILMOGRAFIA BEM ECLÉTICA COMPLETA 57 ANOS.



O diretor Danny Boyle nasceu a 57 anos em Manchester, Inglaterra. Dono de uma das filmografias mais ecléticas da história do cinema, o inglês começou a carreira em telefilmes. Ele virou o queridinho dos alternativos ao fazer o independente Cova Rasa (Shallow Grave, 1994), sobre três amigos envolvidos num crime. Este filme marcou o inicio da parceria com Ewan Mcgregor, excelente ator que protagonizou o próximo titulo de Danny.  Trainspotting - Sem Limites (Trainspotting, 1996) foi um dos primeiros filmes independentes a estourar nas bilheterias. O filme foi acusado de fazer apologia a drogas ao mostrar Ranton (Ewan Mcgregor) e seus amigos usando e abusando dos narcóticos e o efeito  "legal" que eles criam nas pessoas. O sucesso dessa produção fez Boyle receber convites de Hollywood. Seu próximo titulo é comédia louca romântica Por Uma Vida Menos Ordinária (A Less Ordinary Life, 1997) em que o diretor exigiu a presença de seu ator favorito Ewan Mcgregor. Mas o titulo foi a ultima colaboração entre eles, já que o inglês e o escocês brigaram feio, tudo por causa do próximo filme de Boyle, A Praia (The Beach, 2000). Dizem as mas linguás dos bastidores que Danny foi obrigado a aceitar que o filme fosse estrelado por Leonardo DiCaprio que era o ator do momento graças a Titanic. Essa saia justa foi o motivo da briga entre Ewan e Danny. Cada um seguiu com sua carreira de sucesso.


Os anos 2000 não começou muito bem para o cineasta, já que A Praia fracassou nas bilheterias e foi malhado pela critica. Ele voltou para Inglaterra onde fez dois telefilmes. Em 2002, voltou as grandes - mas não muito - produções ao dirigir o terror Exterminio (28 Days Letter, 2002) sua homenagem aos filmes de zumbis. Seu próximo titulo foi o primeiro ao ser estreado por uma criança. Em Caiu do Céu (Millions, 2004), ele mostra a ética sobre a ótica de um garoto de 7 anos. Em seguida, uma mistura de ficção cientifica e terror alá Alien, em Sunshine - Alerta Solar (Sunshine, 2007) ele trabalha mais uma vez com o astro de Exterminio, Cillian Murphy para discutir os efeitos que a humanidade está fazendo com o meio ambiente. Este é um filmaço. Em seu próximo filme, ele voltou a ter um grande sucesso de bilheteria com Quem Quer Ser Um Milionario? (Slumdog Millionarie, 2008), uma produção sem ares de superprodução estrelada por atores indianos ganhadora do Oscar.




Nesta década, ele presenteou os cinéfilos com dois títulos de perder o folego. Em 127 Horas (127 Hours, 2010), ele conta a história real do montanhista Aron Ralston que ficou preso entre duas rochas e foi obrigado a cortar um dos braços para sobreviver. Por ultimo, este ano foi lançado Em Transe (Trance, 2013) sobre um cara (James McAvoy) que recorre a uma especialista em hipnose para se livrar de grupo de bandidos. Este filme tem que ver para entender essa descrição. Como toda a filmografia de Danny Boyle, é uma produção bem original.  


SOUND TRACK - A MUSICA DE CINEMA

EWAN MCGREGOR E CAMERON DIAZ - BEYOND THE SEA TRILHA SONORA DO FILME POR UMA VIDA MENOS ORDINÁRIA.



Um dos filmes mais legais que ja vi, Por Uma Vida Menos Ordinária reuniu Cameron Diaz ainda em inicio de carreira com Ewan Mcgregor em ascensão graças ao polemico Transpotting - Sem Limites. Aliás, ambos os filmes são dirigidos por Danny Boyle.  Por Uma Vida Menos Ordinária é uma comédia romantica estranha mas cheio de momentos impagaveis graças a quimica entre Ewan e Cameron, como pode ser vista na cena abaixo quando os dois cantam um dos classicos americanos Beyond the Sea, cujo uma das versões mais famosas foi cantada por Frank Sinatra. 


domingo, 13 de outubro de 2013

MÁS COMPANHIAS: A PODEROSA CHEFONA

LANÇAMENTO: EDITORA BEST SELLER EUA, 2011 ESCRITO POR TINA FEY

Quem diria que ser nerd e um pouco loser seria tão lucrativo! Hoje é comum encontrarmos no cinema e TV americana protagonistas longe do ideal que a América queria impor ao mundo antigamente. Seria praticamente impossível imaginar Liz Lemmon a protagonista da série 30 Rock sendo a personagem principal de um seriado de televisão. Em um dos capítulos de A Poderosa Chefona, Tina Fey menciona que jamais acreditava que sua ideia para o 30 Rock fosse aceita, ela acha que foi graças ao seu parceiro de cena Alec Baldwin. As memórias de Tina são compartilhadas com o leitor neste livro empolgante. Nunca tinha lido um livro de quase 300 paginas em 6 dias! Tina Fey, uma das minhas escritoras favoritas, conseguiu isso. Tina faz graça e tira sarro de sua própria vida e não tem vergonha nenhuma de dizer que vive o estilo de vida chamado dance como se ninguém estivesse vendo!

Tina conta fases e momentos marcantes de sua vida. Da apenas uma pincelada num fato traumático de sua vida quando um homem a agarrou a força e cortou seu rosto tão profundo que gerou uma cicatriz que ela levará para sempre. Através dessa cicatriz, Tina foi hostilizada na escola e depois no ensino médio e faculdade, mas a ajudou a ter confiança e uma razão para vencer. Ainda no colégio ela descobriu peças de teatro e entrou mais tarde num grupo de improvisação que a ajudou a entrar na televisão no programa Saturday Night Live, onde ela ficou nove anos fazendo sucesso e foi a primeira editora chefe da atração, daí o titulo do livro.  

O livre A Poderosa Chefona é uma leitura leve, descontraída e deliciosa que conta a superação de Tina Fey em todos os sentidos e também mostra um pouco dos bastidores da televisão.



NOTA 10

OS DIAS DE KHAOE

Nova seção estreando no Badfish. Em Os Dias de Khaoe vou dar uma pincelada em tudo o que aconteceu de mais importante na minha difícil vida de nerd...

Apesar da semana oficialmente começar no domingo, começo essa nova coluna no sábado onde achei sem querer na livrarias Saraiva (nem devia  escrever pois não estou ganhando jabá) o livro de Tina Fey "A Poderosa Chefona" lançado a pouco tempo no país pela editora Best Seller (tambem sem cachê). A critica sobre a obra você poderá ver aqui. Fiquei surpreso por achar este livro na livraria, uma por que não sabia que a Tina havia escrito uma auto biografia, e segundo é que jamais pensei que alguma editora se interessaria pelo titulo. No minimo deve ser por que ficou durante muito tempo entre os mais vendidos livros do New York Times. Ainda sábado, baixo  compro o filme Uma Ladra sem Limites com a atriz do momento Melissa McCarthy. No titulo ela faz uma vigarista que "rouba" a identidade do personagem do ator Jason Bateman que perde varias oportunidades por que seu nome está "sujo". A produção arranca algumas piadas, mas tem a maior cara de "mais do mesmo". Melissa faz o tipo falastrona boca-suja já vista em Missão Madrinha de Casamento (ótimo filme aliás) e Jason faz o tipo certinho que serve de escada para os outros como em Hancock e na série Arrested Development.




Falando em Arrested Development, comecei a ver está série no domingo. Considerada cult e inovadora nos EUA o programa é uma espécie de "mãe" de séries como 30 Rock, Modern Family e The Office que são séries de comédia chamada de uma câmera onde a vergonha alheia e constrangimento é presença obrigatória no roteiro. A série conta a história da família Bluth cujo o patriarca se envolveu com negócios obscuros e é preso deixando toda a responsabilidade sobre o filho do meio feito por Jason Bateman. Concordo com todas as criticas que já vi sobre o seriado. Ele é demais. A Globo já passou de madrugada com o titulo de Caindo na Real

Elenco de Arrested Development


Na segunda graças a Deus  infelizmente o colégio faz a semana cultural, o que significa menos tempo em sala de aula e mais trabalhos artísticos. Nossa apresentação era sobre layout fixo (meu curso é Técnico em Logística) e teve boas impressões ao menos para os professores. Chegando mais cedo em casa deu para colocar em dia minhas séries que estão vindo que vindo com tudo nesta nova temporada. Uma das mais esperadas por mim era Lei e Ordem: Unidade de Vitimas Especiais. Entrando em sua décima quinta temporada o seriado resolveu um gancho deixado na temporada passada quando Olivia Benson (Mariska Hargitay) chega em casa e um psicopata a espera. Olivia é sequestrada e torturada pelo cara. Te garanto que este foi os 45 minutos mais angustiantes da história desta série. Não é fácil ver uma personagem tão querida quanto Olivia sofrer tanto. Enquanto isso, os detetives fazem de tudo (até usam de força bruta) para encontrar a colega. Um detalhe que achei interessante, é que pela primeira vez desde que Christopher Meloni saiu, é que um roteiro menciona o personagem Elliot Stlaber várias vezes. Quando Olivia vira o jogo ela se pergunta o que o ex-parceiro faria com o sequestrador. Os roteiristas poderiam dar varias cutucadas no ex-membro do elenco, mas o que foi visto é que muito respeito pelo ator e sua decisão de sair do show. Quando Meloni saiu, surgiu o rumor que Mariska também estava cansada e sua personagem iria sumindo aos poucos, mas nos últimos dois anos foi totalmente o contrario, Oliva se tornou a figura essencial para manter o programa no ar.

Elenco da 15ª temporada de Lei & Ordem SVU


Segunda, dou uma espiada em Hostages a aposta deste ano na Warner Channel. A esperança do sucesso desta série é tão grande, que até a chamada está passando nos ônibus daqui de Curitiba, que mais tem propaganda do que as rádios FM. Não vou poder fazer um post na seção CONHEÇA pois eu dormi. Não por que a série é chata. Mas acordar cedo e estudar até as 22h30 todos os dias, está deixando este sujeito cansado. As partes que lembro eram boas e, Toni Collete é uma ótima atriz, mas acho que a série tem mais cara de TV a cabo, pois lembra um pouco Homeland. Alias, este seriado está demorando uma eternidade para algum site disponibilizar para download Fox lançar os DVDs. Gosto muito da versão dublada feita nos estúdios Áudio News no Rio. 

Enquanto isso, com o segundo episodio da quarta temporada de Downton Abbey já baixado, começo a fazer adaptar a legenda para em seguida assisti-lo. Mais ainda não deu vontade, então trato de finalizar a primeira temporada de Line of Duty. Os dois últimos - eletrizantes - episódios mostram o detetive Tony Gates tentando provar sua inocência de qualquer maneira. Até o seu carrasco Steve Arnott se tornar mais uma vitima da trama envolvendo o policial. A primeira temporada acabou de modo inesperado e totalmente original. As series da Inglaterra realmente são show! Falando nisso, percebo agora que metade dos seriados que estou vendo são policiais. Eu nunca me interessei por esse tipo de programa, graças a BBC, isso mudou.

Line of Duty

Perdi o Saia Justa desta semana, mas o GNT reprisa varias vezes o programa, então, não fico triste com isso. Sábado é feriado e vou trabalhar. Não sou do tipo que diz: "que p%#*a todo mundo em casa e só eu trabalhando!". Em compensação, acho uma droga terem tão pouco ônibus disponíveis domingos e feriados, pois não sai de casa só gente para passear, mas também para trabalhar. Assisto o segundo e terceiros episódios de Downton Abbey e a série voltou a antiga forma. Maldito seja Barrow que está jogando a criada Anna contra os patrões por pura diversão. Ah, se você se diverte com a bicha má da novela das 9 que acaba quase 11, o  Thomas Barrow chegou primeiro. Quatro anos atrás. 

Sábado dia 12/10 também  foi marcado por uma data trágica para minha família, fazem 10 anos da morte do meu irmão Haraoe Cassiano Reis Pacheco, que estaria fazendo 30 anos se estivesse vivo. Seu sorriso e sua presença fazem muita falta. Até hoje.



Assim foi minha semana de nerd e espero que você tenha gostado desta nova seção do Badfish.

domingo, 6 de outubro de 2013

MÁS COMPANHIAS: CIRCULO DE FOGO

CIRCULO DE FOGO (PACIFIC RIM)                                          

EUA, 2013. DIREÇÃO: GUILHERMO DEL TORO
COM CHARLIE HUNNAN, IDRIS ELBA, 
RINKO KIKUSHI, ROBERT KAZINSKI, RON PEARL




Quem ficou impressionado com as lutas entre robôs da franquia Transformers, vai ficar de boca aberta com cada cena deste Circulo de Fogo. O único blockbuster do verão americano que não era uma continuação ou não era baseado em algum produto já existente, Circulo de Fogo saiu da cabeça do diretor Guilhermo Del Toro. Grande fã das séries japonesas de monstros dos anos 1970, Del Toro criou um grande espetáculo visual de duas horas que tem grandes chances de virar uma franquia.


A trama do filme narra o aparecimento de monstros gigantes (chamados de Kaijus) que destroem grandes cidades do mundo. Não adiantou o exercito, aeronáutica e marinha de todos os países do mundo se unirem e contra-atacarem, a solução foi combater a ameaça mano a mano. Foi autorizado a construção dos Jaegers (ou robôs gigantes) que são controlados por dois pilotos. Os escolhidos tem que trabalhar ao máximo em conjunto já que suas mentes são ligadas para o total funcionamento dos Jaegers. Um dos mais qualificados pilotos é Raleigh (Charlie Hunnam da série de TV Sons of Anarcy, e o escolhido para dar vida ao Christian Grey do romance erótico 50 Tons de Cinza), um sujeito teimoso só controlado pelo irmão Yancy (Diego Klattenhoff de Homeland e The Blacklist). Mas Yancy acaba morto num combate contra um Kaiju e afasta Raleigh da ação. Cinco anos depois, os monstros estão cada vez mais perigosos e causando destruição por toda a parte e só resta poucos robôs ativos para deter um ataque final. Para isso, o marechal Pentecost (Idris Elba de Luther) recruta Raleigh novamente e ele co pilota o seu robô com Mako (Rinku Kikushi) uma garota frágil que tem um motivo pessoal para ver a destruição dos Kaijus. Está na luta também os pilotos Herc e Chuck Hensen (Max Martini e Robert Kazinski) que são pai e filho. Herc vive controlando os impulsos de Chuck que bate de frente com Raleigh. Esta é a equipe cheia de gente com temperamento difícil que está responsável pela proteção do planeta (!).



Circulo de Fogo não é só mais uma embalagem bonita como muitos filmes de Hollywood. Ele tem alma, cortesia de Guilhermo de Del Toro grande fã de produções japonesas. Saindo da tentação de pegar um produto já pronto e adapta-lo, o diretor criou um mundo novo e irresistível, por mais absurdo que seja viver num mundo onde somos atacados por monstros. Apesar de umas situações ou outras clichês, o filme arrasa mesmo é nos efeitos especiais. Enquanto eu cresci vendo Tóquio ser destruída todos os dias nas séries Tokusatsu produzidas pela Toei, essas produções usavam e abusavam de cidades feitas de maquetes e monstros feitos de borrachas, isso era o charme delas. Neste filme vemos a mesma coisa, a diferença é que tudo é feito com efeitos de computador que são simplesmente perfeitos. Uma grande aposta da Warner em criar uma nova franquia que espero que dê certo. Tem mais história e conteúdo do que os três filmes de Transformers juntos. E, acredite no que eu disse lá em cima, vai te deixar de boca aberta durante todo o tempo.



NOTA 10

+
Enquanto que no Japão este tipo de produção nunca sai de moda, em Hollywood é a segunda tentativa de levar o gênero dos robôs gigantes no cinema. Cheio de altos e baixos, Transformers ajudou a evolução dos perfeitos efeitos especiais vistos hoje em Circulo de Fogo. Mas, no já distante ano de 1997 houve uma tentativa frustada de trazer o mito de Godzilla o grande monstro japonês que surgiu em 1954, para uma nova geração. Cheia de furos no roteiro e uma grande decepção para os fãs, o filme ganhará uma nova chance num novo remake que vai estrear em 2014. Com nomes experientes como Ken Watanabe e Juliette Binoche tomare que o filme surpreenda assim com fez Circulo de Fogo.

domingo, 29 de setembro de 2013

A QUARTA TEMPORADA DE DOWNTON ABBEY


Os ingleses já podem acompanhar todos os domingos pela ITV a quarta temporada da série sensação Downton Abbey. Para fãs como eu, resta baixar pela internet e esperar os fãs legendarem. Tudo numa velocidade espantosa. Quarta feira já havia disponível a primeiro capitulo legendado por fãs do quarto ano para quem não tem paciência de esperar até a estreia em 2014 pelo GNT.

A nova temporada estreia cercada de expectativas. Como o criador e principal roteirista Julian Followes vai fazer para driblar a falta de Matthew (Dan Stevens) o protagonista jovem, personagem em que boa parte da trama era desenvolvida. Infelizmente, Stevens não quis renovar seu contrato e no especial de natal de 2012 vimos seu carro perder o controle e bater. A trama começa 6 meses após esses eventos e vemos a sempre forte Lady Mary (Michelle Dockrey) de luto. Ela está triste, apática e parece não se importar muito com o filho mestre George. A família esconde de Robert (Hugh Bonneville) que prefere a propriedade de Downton administrada do jeito que Matthew deixou, mas ele parece não se importar preferindo gerenciar a mansão do velho e desastroso jeito. Na ala dos empregados, mas uma baixa no elenco com a saída da intrigeira O' Brien (Siobhan Fineran). E as pequenas historias envolvendo a criadagem, por mais boba que pareça, continuam charmosas. E parece que o mais bem sucedido casal da série - e também os queridinhos dos fãs - Sr. e Sra Bates (Brendan Coyle e Joanna Frogratt) vão enfrentar uma crise com a chegada de uma nova empregada. Gostei de ver a nova dinâmica entre Violet (Maggie Smith) e Isobel (Penelope Wilton). Isobel ainda sofrendo muito pela morte do filho e Violet a consolando. Mas senti falta de seu humor peculiar.

Os viúvos podem vir a ter um caso 

Assim é o mundo de Downton Abbey. Sem muitas complicações, com tramas leves e simples. Talvez seja essa simplicidade toda que cativou milhões de pessoas mundo afora. Veja bem, estou falando de um programa que dedicou um bom tempo a um personagem que quase ninguém se lembra, o mordomo Mosley (Kevin Doyle) que está se sentindo deslocado com a morte de seu patrão. Alguma importância Mosley terá já que o nome do ator pôde ser visto nos créditos iniciais. Claro que só comentei aqui dos personagens que mais apareceram na estreia, Downton Abbey não é a toa comparada as telenovelas latinas, são 17 personagens principais cada um com sua história, seja importante ou não.

Podemos esperar um ano cheio de muitas novidades e mudanças. Quem diria que, sempre deixada de lado, Lady Edith (Laura Carmichal) iria ter tanta atenção como neste ano? Sua personagem engata um romance proibido com o editor do jornal que ela escreve. A moderninha Rose se envolverá com o primeiro personagem fixo negro da série Jack Ross (Gary Carr), um cantor de jazz. Pelo que vi, a tendencia é promover Brenson (Allen Leech) ao novo protagonista já que a impressa inglesa dá como certo que ele se envolverá com Mary. Verdade ou não, só os próximos capítulos dirão. 


A VOLTA

THE CRAZY ONES MARCA O RETORNO DE SARAH MICHELLE GELLAR
 E ROBIN WILLIANS


Eles estão de volta. Cada um a sua maneira. Robin Willians volta a TV após mais de trinta anos desde que estrelou a série Mork and Mind. Dos sets do seriado ele engatou uma bem sucedida carreira nos cinemas com títulos como Hook - A Volta do Capitão Gancho, Uma Babá quase Perfeita e Gênio Indomável. Nos últimos anos, ele vinha amargando participações em series e filmes. Sarah Michelle Gellar a eterna Buffy, também volta a televisão após a decepção que foi Ringer. Os dois são pai e filha na nova comédia The Crazy Ones, sem previsão de estreia no Brasil.


Robin é Simon Roberts um criativo dono de uma agencia de propaganda que parece ser muito distraído. Sua filha Sydney tenta mante-lo na linha, mas no fundo o admira. Fazendo a linha bonitão que todos ficam atraídos temos Zach (James Wolk, astro da melhor série cancelada no primeiro episodio Lonestar) que tem uma química perfeita com Simon, entrando na sua piração. No elenco ainda tempos Hamish Linklater (de As Novas Aventuras da Velha Cristine) como o parceiro de Sydney, Andrew e a secretaria incompetente Lauren (Amanda Setton). Com o mercado em crise, resta Sydney e Simon fazerem de tudo para não perderem clientes. Assim, no piloto, o MC Donalds da uma chance aos dois para não perderem a conta milionária. A brilhante ideia de Simon é fazer a rede ser lembrada como um lugar onde as famílias se reúnem para se sentirem felizes. Mas o MC Donalds faz questão que uma pessoa popular estrele a campanha e eles só conseguem arranjar Kelly Clarkson que, justo agora, decide dar uma novo rumo a carreira e só cantar sobre sexo.

A série foi criada por David E. Kelly (de Ally Mcbeal) e o estilo do roteitista é sentido nos dialogos rapidos ditos pelos personagens.


A nova série The Crazy Ones cumpriu bem o papel de apresentar bem seus personagens e fazer rir. Destaco a presença da cantora Kelly Clarkson fazendo o papel de si mesma querendo dar um novo rumo a carreira. A química muito boa entre Willians e Wolk chama atenção também. Resta a Sarah, fazer o papel de escada, aquele personagem que existe para os outros brilharem (tipo Dedé d'Os Trapalhões, sabe?), ela está bem bonita no auge dos 36 anos.  Mesmo que meu estimulo para ver a série seja o elenco, gostei muito do que vi e algumas cenas me fizeram rir. Destaco a boa sintonia entre o elenco que não ficou restrita apenas as imagens promocionais acima, eles mandam muito bem. A cereja do bolo foi o erro de gravação no final onde Kelly Clarkson não se conteve e teve um ataque de riso das palhaçadas de Willians e Wolk.

O BOM: BOA SINTONIA ENTRE O ELENCO

O RUIM: NÃO TEM PREVISÃO DE ESTREIA NO BRASIL



CONHEÇA: AGORA SIM!

SONY ESTREIA NOVA SÉRIE NACIONAL



Apesar de estar anos luz acima de uma programação ideal (ultima temporada de 30 Rock de manhã? Saturday Night Live fora ar?) o Sony vem com novas séries no meses de setembro e outubro. Alem da nova sensação Agents of S.H.I.E.LD., o canal agendou para estes meses as novas temporadas de Revenge e Once Upon a Time, que são agora os carros chefes da programação, alem de BlackList. Outra novidade, desta vez, é nacional. Produzida com recursos públicos via Ancine, Agora Sim é uma co-produção da Sony com a produtora Mixer e conta a rotina da pior agencia de propaganda brasileira, segundo se falou no piloto que foi ao ar na ultima quinta-feira.

A Britt Propagranda é liderada por Mauricio Britar (Fabio Herford) o sócio fundador que se gaba de ter ganho o troféu de Arara de Prata, dado aos talentos publicitários de Araraquara. o segundo em comando é seu melhor amigo de infância e puxa-saco Jurandir (Augusto Madeira) responsável pelo relações publicas da empresa sem talento algum. O financeiro da empresa é controlado por Rosamaria (Amanda Lyra) uma mulher que anda sempre fechada e de mau humor e que discorda de todas as decisões de Britar. O diretor de arte é Alan (Rodrigo Pandolfo) um cara que falsificou seu currículo e teme para que suas falsas habilidades sejam postas em pratica. Marina (Mayara Constantino) é a estagiaria que sonha se dar bem no ramo da publicidade e se encanta com a mediocridade da Briit. E Serginho (Thiago Pinheiro) tem vergonha de dizer que trabalha na Britt. Ao menos no primeiro episodio, as caracteristicas de cada um é apresentada pela secretaria Dani (Larissa Machado) que não quer saber de trabalhar e sonha em casar com um homem rico.



Com um roteiro bem bolado e produção caprichada, Agora Sim bebe em fontes de séries como The Office, aja visto que Mauricio Britar lembra muito Michael Scott (Steve Carrel) com seu otimismo e sem noção do ridiculo. Espero que a qualidade do piloto seja mantida no restante da série. Não tive muito interesse em ver a série, a principio, devido ao trailer que mostrava o elenco preso num quarto e Mauricio lança a idéia de como eles farão para sairem dali. Esta esquete não me pareceu atraente o suficiente para assistir ao seriado. Mas comecei a assistir uma reprise e gostei. O elenco é bem entrosado e não parecem forçados e, é dificil em comédia não haver os cliches basicos como a gostosa, o nerd, o mau humorado, etc. O primeiro episodio foi bom o suficiente para me fazer a assistir a série, mas repito, espero que a qualidade da série não fique restrita ao piloto.

O BOM: O ELENCO É BEM ENTROSADO E SÃO BEM NATURAIS

O RUIM: DIFÍCIL NÃO COMPARAR COM SÉRIES AMERICANAS


fotos: Sony

sábado, 28 de setembro de 2013

CONHEÇA: AGENTS OF S.H.I.E.L.D.

A GRANDE ESTREIA DA TV AMERICANA DESTE ANO




As emissoras de TV aberta dos EUA começaram semana passada o chamado fall season que se compara ao nosso março ou abril quando os canais estreiam novos programas ou novas temporadas de suas atrações. Cercado de expectativas, Agents of S.H.I.E.L.D. fez o seu debute de modo bem expressivo, com uma audiência bem alta. Menos de uma semana após a exibição na TV americana, o canal a cabo Sony estreou a série aqui no Brasil. Alias, essa é uma tendencia adotada pelos canais Sony e Warner que vão exibir seriados com uma janela de poucos dias com relação a exibição original numa jogada direta contra a pirataria da internet. 

Para quem tiver interesse em acompanhar  Agents of S.H.I.E.L.D. é bom ter um conhecimento prévio do universo Marvel no cinema. As pequenas cenas nos finais de filmes como Homem de Ferro, Hulk Capitão America e Thor eram pedaços do quebra cabeça que montando formou a super produção Os Vingadores, grande sucesso do ano passado nos cinemas. Por tanto, para entender o universo do novo seriado, é preciso ter assistido este filme. Caso você não tenha visto, Os Vingadores contou a união de vários super heróis a fim de deter uma grande ameaça alienígena. A ponte de ligação entre os filmes era o agente Coulson (Clark Gregg, de As Novas Aventuras da Velha Cristine) que, aparece bem vivo na série já que foi morto no filme. A sua "morte" é explicada nos primeiros minutos do show. 

Um velho conhecido dos fãs.


Coulson é um membro da S.H.I.E.L.D. uma agencia que é especializa em observar atividades dos seres super poderosos. Ele junta um grupo de pessoas com um tipo de dom especial para enfrentarem diversas missões. Fazem parte da equipe Melinda (Ming Na, de Plantão Médico), Ward (Brett Dalton), os nerds Fritz (Iain de Caestecker) e Simmons (Elizabeth Henstridge) e a hacker Skye (Clhoe Bennett). Todos os personagens são introduzidos já no primeiro episodio que não é muito movimentado e cheio de cenas de perseguição como é comum em pilotos de seriados americanos. Ele é mais voltado em apresentar o que a serie se propõe.

O culpado pela serie já funcionar tão bem em seu piloto é Joss Wheadon que co-criou o show junto com seu irmão Jed e sua noiva a escritora Maurissa Tancheron. Os três escreveram junto o primeiro episodio que  deu dicas que não será mais uma super produção que fracassa na primeira temporada. Deu para perceber a marca de Whedon em alguns momentos chaves da trama e nos diálogos descolados. Quanto ao elenco foi bem escolhido, claro que o publico se simpatizará mais com o agente Coulson, visto o ator Clark Gregg já vinha participando das produções da Marvel no cinema. Um ponto interessante em seu personagem é que ele parece estar sendo enganado pela S.H.I.E.L.D. tanto  quanto os outros agentes. Os produtores também criaram uma trama que pode ser explorada no restante da temporada, o projeto Centopeia um tipo de veneno que é a mistura de soro do supersoldado, raios gamas e extremix, nomes conhecidos para que lê os quadrinhos da editora do Homem-Aranha.

Como o orçamento para series de televisão é bem menor do que as produções cinematográficas, num primeiro momento não será visto tantos seres super poderosos quanto se espera e a  série terá o formato episódico onde cada capitulo terá um caso para os agentes resolverem no mesmo episodio. Se Agents of S.H.I.E.L.D. vai durar só o futuro dirá, considerando os nomes envolvidos na produção (fazem parte   da produção executiva Stan Lee, Jeph Loeb e Jeffrey Bell) e também do fato da produção estar totalmente ligada a franquia Os Vingadores a resposta é afirmativa. Quem venha novas aventuras dos agentes da S.H.I.E.L.D.



O BOM: OS PERSONAGENS BEM APROVEITADOS 

O RUIM: TEM QUE TER ASSISTIDO AO MENOS O FILME OS VINGADORES PARA ENTENDER AS REFERENCIAS CITADAS.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

CONSIDERAÇÕES SOBRE O EMMY 2013


O Emmy Awars é um dos prêmios favoritos para os fãs de séries, já que é uma oportunidade unica de ver tantos astros da telinha reunidos. Na apresentação desse ano, ficou clara a participação bem maior das séries da TV a cabo americana sobre as series de TV aberta. Geralmente, os seriados de TV aberta não evoluem muito e requentam tudo o que já se viu antes. As exceções, talvez, fossem 30 Rock, Parks & Recreations, The Office e The Good Wife. Mas não dá para criticar muito os executivos da televisão americana, numa época onde a competição não é somente entre as emissoras TV, fica difícil se arriscar em projetos diferenciados. Quem sai ganhando são as emissoras a cabo que ousam e surpreendem cada vez mais, atraindo nomes do cinema.

Diferente de outras vezes, o Emmy este ano foi bem diversificado com direito até mesmo a azarões descolando o premio. Apresentado por Neil Patrick Harris, astro de How I Met Your Mother que vai ser encerrada este ano, o show começou com a divertida participação de apresentadores de edições anteriores dando dicas para Harris apresentar melhor. Um momento diferente foi quando o ator Don Cheadle de House of Lies apresentou dois momentos impactantes na historia da TV americana: a cobertura da morte do presidente Kennedy em 1963 e a primeira apresentação dos Beatles o que os transformaram num fenômeno instantâneo. O sempre presente In Memorian, que apresenta os nomes da industria que faleceram, foi um pouco diferente este ano. Foi escolhido os nomes mais importantes e atores que foram envolvidos com eles fizeram emocionados depoimentos. O mais tocante foi o de Eddie Falco falando sobre James Gandolfini seu parceiro em Família Soprano. Acho que faltou uma homenagem para Larry Hagman de Dallas. Fora isso, tivemos o de sempre, como americanos adoram musicais, foram apresentados alguns números.

Agora vamos aos ganhadores. O drama vencedor Breaking Bad. Dizem que quem não acompanha está série esta perdendo um programão, mas meu lado puritano fala mais alto, prefiro que o principal da série seja um herói imbatível do que um produtor de drogas, já não basta na vida real que os bandidos estão cada vez mais cruéis em seus crimes. A comédia do ano foi Modern Family. Mesmo achando as situações apresentadas na série muito bem boladas, acho que o prêmio deveria ir para outro show. Claro que eu torcia para o meu favorito, 30 Rock ou mesmo Veep, que são bem melhores, mas cada um é cada um. No quesito mini series, o vencedor foi a elogiada Behind the Cadelabria que conta com atuações inspiradas de Michael Douglas e Matt Damon. 

Julia Loius-dreyfuss e Jim Parsons: reis da comédia


Eddie Falco homenageia o amigo James Gandolfini
 












O premio de ator em serie dramática foi para um azarão. Jeff Daniels levou a estatueta dourada e desbancou os favoritos Bryan Cryston (Breaking Bad), Jonh Hann (Mad Men) e a favorita de todas as apostas Claire Danes ganhou para melhor atriz em drama, merecido por sinal. Quanto as comédias, não achei interessante que Jim Parsons tenha ganhado o melhor ator pois o interprete de Sheldon em The Big Bang Theory já havia ganho. Alec Baldwin (30 Rock) e Jason Bateman (Arrested Devolpment) mereciam mais. Pelo menos a atriz de serie cômica ganhadora foi Julia Loius Dreyfuss por Veep, mas queria que Tina Fey tivesse ganho, mesmo por que 30 Rock chegou ao final.  Mas premiações são assim mesmo, difícil agradar a todos.

Clarie Danes melhor atriz merecida
Newnsroon é bem legal, mas Jeff Daniels era o azarão



sábado, 21 de setembro de 2013

+ GLOBOSAT ESTREIA A SÉRIE EXTRAS


Um dos canais mais diferenciados da TV por assinatura, o + Globosat se tornou uma vitrine de série de varias partes partes do mundo. Tem séries da Austrália, Bélgica, Alemanha, Espanha e varias outras regiões do planeta. O representante da Inglaterra estreou quinta dia 26/09/2013 é Extras. 

Co-Criado e estrelado por Rick Gervais e Stephen Merchand os dois malucos responsaveis por The Office UK, Extras conta a história de Andy Milman um fracassado que tem o sonho de ser um ator famoso. Gordinho, esquisito e antipático, Andy vive de bicos como extras em filmes, aqueles figurantes que ficam no fundo das cenas.  Ele e sua amiga Maggie (Asheley Jensen de Ungly Betty) vivem tentando papeis maiores e melhores e se metendo em confusões amorosas. O azarado é assessorado pelo agente Darren (Stephen Merchand) que é como a Stelle a empresaria de Joey em Friends, só suga dinheiro do coitado e nunca arranja papéis decentes para ele.



Extras marcou a volta de Gervais e Merchand após o sucesso da série original The Office e foi produzida pela HBO e BBC. Foram filmados apenas 13 episódios divididos em 2 temporadas que teve muitas participações especiais, os verdadeiros extras. Nomes como Kate Winstley, Samuel L. Jackson, Ben Stiller, Daniel Radcliffe, Orlando Bloom, Stephen Fry, Chris Martin, Sir Ian McKellen, Patrick Stewart, George Michael, Robert De Niro e David Bowie participaram da série atendendo o convite dos criadores do show. Alem de mostrar os bastidores do cinema, Extras criou polemica por algumas frases ou situações consideradas racistas. Nem é tudo isso, mas tem que ter a mente aberta para acompanhar este seriado original e muito bem bolado.