SÉRIE PROMETE SER O HIT DO ANO NA TV AMERICANA.
Os musicais cairam mesmo no gosto do publico. Os campeões de audiência da TV americana são dois programas musicais que misturam reality show e musical: American Idol e The Voice. Ambos tem em comum o fato de terem calouros com sonhos de usar sua voz para conquistar o sucesso. Este é o mote da nova série da rede NBC, Smash. Para resumir, o seriado é sobre os bastidores da criação de uma peça da Broadway sobre o ícone Marilyn Monroe.
A idéia original é do mago Steven Spielberg que, por incrível que pareça, encontrou dificuldades de levar dos papéis para as telas. "Não conseguia ninguém para comprar o show", disse Spielberg em entrevista ao site Acess Hollywood. "Até que Bob Greenwalt veio e comprou a ideia". Greenwalt é novo chefão da NBC, que tem ótimas séries em sua programação (The Office, 30 Rock, Law & Order: SVU), porem, com baixa audiência. O produtor entrou com o propósito de elevar os numeros da rede que ao longo dos anos vem caindo. Um dos planos do diretor de programação é arriscar. Por isso deu sinal verde para Smash. O próximo passo foi contratar a roteirista Theresa Rebeck, que tem muita experiencia com peças da Broadway e sabe bem os bastidores de uma grande produção teatral. Theresa é citada nos créditos como a criadora do programa.
Um rapaz chamado Ellis (Jaime Cepero) vai trabalhar como assistente do produtor de peças de teatro Tom (Christian Borle). Ele ouve Tom conversar com sua sócia Julia (Debra Messing) sobre a criação de um novo show e dá a ideia sobre uma peça sobre a vida de Marilyn Monroe. Os dois compram a ideia (não literalmente) e decidem ir pra frente pedindo financiamento de Eileen (Anjelica Houston). Tom só não contava com o diretor escolhido, o rígido Derek (Jack Davenport), seu nêmeses. Depois de tudo aprovado, começa a escolha do elenco. Quem fará o papel da lendária Marilyn? Diversas atriz fazem o teste, mas duas impressionam a todos. Karen (a ex-participante do American Idol Katherine Mcphee) é morena, tem um vozeirão e o jeito tímido do inicio de carreira de Marilyn. Já Ivy (Megan Hilty) é loura, tem um vozeirão e o jeito despachado com que a loura estrelava os filmes depois do estrelato. Será o embate entre as duas a espinha dorsal desta trama envolvente que tem um numero musical ou outro durante o episódio, mas não tanto quanto Glee. Falando na série de Ryan Murphy, a impressa vende Smash como uma versão adulta de Glee. Para mim, tirando os números musicais, a diferença acaba por aí.
A vida pessoal dos personagens também tem destaque e se intercalam com a trama principal que, segundo os produtores, a cada temporada irá mostrar os bastidores de uma peça diferente. Falando em bastidores, é interessante que coisas que nós nem imaginamos que acontece é mostrado nas telas, as preparações, ensaios exaustivos e a vida pessoal dos envolvidos indo pro ralo. E outra, que a gente sabe que acontece, também é mostrado como o fato do diretor Derek dar em cima das garotas e faze-las passar pelo popular teste do sofá (Karen se recusou a faze-lo e Ivy fez, o que deu para ela ligeira vantagem para conseguir o papel). Mesmo com tantos nomes envolvidos e uma trama interessante, a audiência do seriado caiu consideravelmente em relação ao episodio piloto e o segundo capitulo. Mas eu torço para que Smash sobreviva a esse período e que tenha muitos anos de vida. Para mim, esse seriado é a melhor estreia desta temporada na TV americana.
O destaque entre o talentoso elenco é a veterena Anjelica Houston
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
LISTA: 10 ATRIZES MAIS BELAS DA TV AMERICANA
O site da revista TV Guide fez uma eleição das 10 atrizes mais belas dos seriados que estão no ar na TV americana. Mas diferente das outras eleições, que sempre privilegiam os fatores beleza+gostosura, nesta lista a vez foi dada para as atrizes com o tipo físico mais diferente (lê-se madura/gordinha/esquisita).
1) COTE DE PABLO
O papel da agente especial Ziva David é o primeiro grande destaque da carreira de Cote (que nome, não?). Desde de 2005 como personagem fixa no drama criminal NCIS: Naval Criminal Investigative Service (que foi exibido na Band como NCIS: Investigação Criminal), a atriz, nascida no Chile, é um dos destaques do elenco da série. Ela também é cantora e seu nome de verdade é Maria.
2) MARISKA HARGITAY
Mariska é uma verdadeira vitoriosa. Filha da atriz Jayne Mansifeld com um empresario brasileiro (essa informação não é confirmada pela atriz que se considera filha de Mickey Hargitay) ela e seus dois irmãos sobreviveram a um grave acidente automobilístico que resultou na morte de sua mãe. A bela atriz está na frente do elenco da série Law and Order: Special Victims Units (Lei e Ordem: Unidade de Vitimas Especiais, no ar atualmente na CNT) a 12 temporadas e ela está com planos de não renovar seu contrato ou então diminuir sua participação. Suas fãs americanas adoram especular o que atriz fará de diferente no seu cabelo a cada inicio de temporada do seriado.
6) SARA RAMIREZ
Outra atriz e cantora desta lista, Sara teve a oportunidade de soltar o gogó este ano no episódio musical de Grey's Anatomy, seriado do qual ela faz parte do elenco desde 2005. Ela faz o papel de Dr. Callie que namora a Dr. Arizona - as duas trocam altos beijos.
7) ANGIE HARMON
A bela Angie ja está algum tempo nas telinhas americanas. Um dos primeiros papéis de destaque da carreira da bela foi ao lado de David Hasselhof em Baywatch Nights spin off da popular SOS Malibu nos anos noventa. Após esse período, conquistou o respeito da critica ao co-estrelar entre os anos de 1998 a 2001 Lei e Ordem. Hoje esta no elenco da série da TV a cabo Rizzoli e Isles.
8) GRACE PARK
Diferente do possa aparentar, Grace nasceu nos EUA, foi criada no Canadá e voltou para cidade em que nasceu, Los Angeles, para seguir a carreira de atriz. Seu nome verdadeiro é Jee Un Park, já que seu pai é coreano. Ela ficou bastante conhecida após participar da mini-série e quatro temporadas da elogiada Battlestar Galactica (Galactica - Astronave de Combate). Atualmente ela faz parte do elenco do agitado seriado Havaí 5.0.
9) EMILY VANCAMP
Atualmente Emily faz a vingativa Amanda da série Revange, mas a carinha de moça boazinha sempre lhe rendeu papéis delicados como em Everwood - Uma Segunda Chance (já exibido no SBT) e Brothers and Sisters onde teve o prazer de contracenar com a veterana Sally Field.
10) JULIANNA MARGULIES
Você deve lembrar de Julianna como a enfermeira Carol que vivia de flerte com o médico Doug (George Clooney) em Plantão Médico. Após a saída dela da série médica, parecia que a carreira da atriz ia só ser feita de bombas do tipo Serpentes a Bordo quando veio a oportunidade de estrelar The Good Wife. Julianna faz o papel de Alicia uma advogada que tenta reconstruir a vida após a traição do marido (Chris Noth). O seriado é um dos mais elogiados dos últimos tempos e a atriz dá um show em todas as cenas que protagoniza.
1) COTE DE PABLO
O papel da agente especial Ziva David é o primeiro grande destaque da carreira de Cote (que nome, não?). Desde de 2005 como personagem fixa no drama criminal NCIS: Naval Criminal Investigative Service (que foi exibido na Band como NCIS: Investigação Criminal), a atriz, nascida no Chile, é um dos destaques do elenco da série. Ela também é cantora e seu nome de verdade é Maria.
Mariska é uma verdadeira vitoriosa. Filha da atriz Jayne Mansifeld com um empresario brasileiro (essa informação não é confirmada pela atriz que se considera filha de Mickey Hargitay) ela e seus dois irmãos sobreviveram a um grave acidente automobilístico que resultou na morte de sua mãe. A bela atriz está na frente do elenco da série Law and Order: Special Victims Units (Lei e Ordem: Unidade de Vitimas Especiais, no ar atualmente na CNT) a 12 temporadas e ela está com planos de não renovar seu contrato ou então diminuir sua participação. Suas fãs americanas adoram especular o que atriz fará de diferente no seu cabelo a cada inicio de temporada do seriado.
3) YVONNE STRAHOVSKI
Esta bela atriz loura que, virou de cabeça pra baixo a vida do nerd protagonista da série recém encerrada Chuck, é mais uma cria da Austrália, país que está exportando diversos talentos para Hollywood. Seu papel de Sarah abriu as portas para o cinema onde participou de grandes produções como Os Especialistas. Sua voz um pouco rouca também lhe garante trabalhos como dubladora de jogos e desenhos.
4) A J COOK
Esta canadense de 32 anos é devota da Igreja dos Santos dos Últimos Dias e está sob os holofotes a muito tempo. Sua participação no filme As Virgens Suicidas e na série True Calling (ao lado da também bela Eliza Duhsku) garantiram o papel JJ (Jennifer Jareau) no popular seriado Criminal Minds desde de 2005. As iniciais do seu nome significam Andrea Joy e a atriz está em ascensão em Hollywood.
5) LEA MICHELLE
Lea alem de boa atriz é otima cantora. A frente do elenco da série musical Glee, a garota solta a voz interpretando canções bem conhecidas dos americanos. Ela é muito elogiada por seus colegas de elenco ao se entregar para valer quando canta.
6) SARA RAMIREZ
Outra atriz e cantora desta lista, Sara teve a oportunidade de soltar o gogó este ano no episódio musical de Grey's Anatomy, seriado do qual ela faz parte do elenco desde 2005. Ela faz o papel de Dr. Callie que namora a Dr. Arizona - as duas trocam altos beijos.
7) ANGIE HARMON
A bela Angie ja está algum tempo nas telinhas americanas. Um dos primeiros papéis de destaque da carreira da bela foi ao lado de David Hasselhof em Baywatch Nights spin off da popular SOS Malibu nos anos noventa. Após esse período, conquistou o respeito da critica ao co-estrelar entre os anos de 1998 a 2001 Lei e Ordem. Hoje esta no elenco da série da TV a cabo Rizzoli e Isles.
8) GRACE PARK
Diferente do possa aparentar, Grace nasceu nos EUA, foi criada no Canadá e voltou para cidade em que nasceu, Los Angeles, para seguir a carreira de atriz. Seu nome verdadeiro é Jee Un Park, já que seu pai é coreano. Ela ficou bastante conhecida após participar da mini-série e quatro temporadas da elogiada Battlestar Galactica (Galactica - Astronave de Combate). Atualmente ela faz parte do elenco do agitado seriado Havaí 5.0.
9) EMILY VANCAMP
Atualmente Emily faz a vingativa Amanda da série Revange, mas a carinha de moça boazinha sempre lhe rendeu papéis delicados como em Everwood - Uma Segunda Chance (já exibido no SBT) e Brothers and Sisters onde teve o prazer de contracenar com a veterana Sally Field.
10) JULIANNA MARGULIES
Você deve lembrar de Julianna como a enfermeira Carol que vivia de flerte com o médico Doug (George Clooney) em Plantão Médico. Após a saída dela da série médica, parecia que a carreira da atriz ia só ser feita de bombas do tipo Serpentes a Bordo quando veio a oportunidade de estrelar The Good Wife. Julianna faz o papel de Alicia uma advogada que tenta reconstruir a vida após a traição do marido (Chris Noth). O seriado é um dos mais elogiados dos últimos tempos e a atriz dá um show em todas as cenas que protagoniza.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
ACABOU-SE O QUE ERA DOCE?
Um fato vem mexendo com a Internet nos ultimos dias. A prisão do fundador do site Megaupload, Kim Dotcom e o posterior fechamento do site, abalou as estruturas de quem armazenava e compartilhava arquivos diversos como filmes, séries, desenhos, musicas, etc. Praticamente 80% dos sites que disponibilizavam esses tipos de arquivos tinham o Megauplod como principal fonte de distribuição do que ofereciam (ele é apontado como a maior biblioteca virtual). A mais de dois anos, quando pude ter o privilégio de ter Internet banda larga, conheci esse site/servidor. E através dele baixei muitos filmes, séries. Alguns deles, recem lançados no cinema ou TV, outros, clássicos que muito tempo não via. Graças a esses sites pude completar minha coleção de DVD de Buffy - A Caça Vampiros, já que a FOX até hoje não lançou a sexta e sétima temporadas.
O motivo alegado pelo FBI é que o serviço é uma clara obstrução aos direitos autorais de gravadoras, estudios de cinema ou emissoras de televisão, que prefeririam que as pessoas comprassem seus produtos e não baixassem da internet de modo ilegal, segundo eles. Eu utilizo esse serviço para uso próprio. Ou seja, baixo um filme o gravo em DVD para poder assistir em outra oportunidade. Ilegal seria se eu saisse por aí vendendo. E quanto aos camelôs nos centros das cidades ou até mesmo nos bairros vendendo DVDs piratas. Isso sim, para mim é ilegal. Também não concordo que esses sites ofereçam filmes recém lançados nos cinemas - e, vamos combinar, a imagem e o som são péssimos.
Ao mesmo tempo que milhares de internautas se comoveram com o fechamento do megaupload, o FBI contra-atacou e revelou o patrimônio de Kim e o apresentou como um homem que adora luxurias e gasta tanto dinheiro quanto ganhou - segundo o órgão americano, eles investigam o homem também por ele ter ganho muito dinheiro em pouco tempo. Mas Dotcom está tranquilo dessas acusações e contratou o mesmo advogado do ex-presidente Bill Clinton.
Mas essa caça as bruxas promovida por dois orgãos de nome estranho - para nós brasileiros - PIPA e SOPA, só ajudou a hackers do mundo inteiro (eles se denominam como Anonymous) se reunirem a anunciarem o Março Negro. Espera-se que neste mês os piratas virtuais invadam e destruam sites e arquivos do governo dos EUA, promovendo, assim, a primeira guerra mundial virtual. Pelo menos, essa será a uma guerra ninguém matará ninguém.
O motivo alegado pelo FBI é que o serviço é uma clara obstrução aos direitos autorais de gravadoras, estudios de cinema ou emissoras de televisão, que prefeririam que as pessoas comprassem seus produtos e não baixassem da internet de modo ilegal, segundo eles. Eu utilizo esse serviço para uso próprio. Ou seja, baixo um filme o gravo em DVD para poder assistir em outra oportunidade. Ilegal seria se eu saisse por aí vendendo. E quanto aos camelôs nos centros das cidades ou até mesmo nos bairros vendendo DVDs piratas. Isso sim, para mim é ilegal. Também não concordo que esses sites ofereçam filmes recém lançados nos cinemas - e, vamos combinar, a imagem e o som são péssimos.
Ao mesmo tempo que milhares de internautas se comoveram com o fechamento do megaupload, o FBI contra-atacou e revelou o patrimônio de Kim e o apresentou como um homem que adora luxurias e gasta tanto dinheiro quanto ganhou - segundo o órgão americano, eles investigam o homem também por ele ter ganho muito dinheiro em pouco tempo. Mas Dotcom está tranquilo dessas acusações e contratou o mesmo advogado do ex-presidente Bill Clinton.
Mas essa caça as bruxas promovida por dois orgãos de nome estranho - para nós brasileiros - PIPA e SOPA, só ajudou a hackers do mundo inteiro (eles se denominam como Anonymous) se reunirem a anunciarem o Março Negro. Espera-se que neste mês os piratas virtuais invadam e destruam sites e arquivos do governo dos EUA, promovendo, assim, a primeira guerra mundial virtual. Pelo menos, essa será a uma guerra ninguém matará ninguém.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
LISTA: MERYL STREEP
Sem duvida alguma, ela é a melhor atriz do momento. Seus filmes variam entre comedias descompromissadas (Simplesmente Complicado) a biografia de grandes personalidades (A Dama de Ferro). Protagonista ou coadjuvante, Meryl Streep nunca deixa de ser notada. Nascida Meryl Louise Streep em 22 de Junho de 1949 na cidade de Summit, EUA, Streep decidiu seguir a carreira artística na faculdade ao se formar em artes. Passou por peças pequenas e médias até ganhar um Tony (O Oscar do teatro americano) e viu no cinema o próximo passo para vencer na carreira.
O primeiro papel na tela grande foi no filme Julia de 1977 e, desde então, não parou de trabalhar. Em 1979 fez o papel que mudou o rumo de sua carreira e a fez ficar mais conhecida. Recusada por Farrah Fawcett (na época presa ao contrato da série As Panteras - Charlie's Angels), ela conseguiu o papel de Joanna uma mulher descontente no casamento que sai de casa e reaparece para ter a guarda do filho no tocante drama Kramer versus Kramer ao lado de Dustin Hoffman onde conseguiu o Oscar de melhor atriz coadjuvante. A partir de então, cuidou ainda mais da carreira ao escolher bons papéis. Mas a maioria de seus personagens nos anos 1980 não eram de grande destaque, visto que o cinema desse período não fazia grandes personagens para atrizes, pois a onda eram os filmes de ação. Em 1995 ela fez o papel que é um dos preferidos por ela e seus fãs: Francesca a dona de casa dividida entre a família e uma paixão por um foto jornalista no romântico As Pontes de Madson dirigido e co-protagonizado por Clint Eastwood. O sucesso desse filme, abriu os olhos de Hollywood que percebeu que os grandes atores e atrizes também chamam bilheteria. Segue abaixo uma relação dos melhores filmes dessa fantástica e talentosa atriz, em ordem de ano de produção:
KRAMER VS KRAMER (1979):
O primeiro grande papel de Meryl no cinema também lhe deu um Oscar de coadjuvante ao fazer Joanna a mulher que larga a família e volta para obter a guarda do filho após ele já estar bem criado pelo pai (Dustin Hoffman). O titulo do filme se refere a batalha travada entre o casal que dividiu a opinião do publico.
AS PONTES DE MADSON (1995):
Para mim é filme mais romântico de todos os tempos. Meryl é Francesca uma dona de casa comum que, ao ficar sozinha num fim de semana, conhece um jornalista e inicia um romance com ele e fica dividida entre a família e essa paixão. Dirigido por Clint Eastwood, esse romance nada açucarado mostra uma química perfeita entre Streep e Eastwood num filme que reacendeu a carreira de ambos num período em que o cinema era pura testosterona.
O DIABO VESTE PRADA (2006):
Parcialmente inspirado numa historia real, essa simpática comedia mostra Meryl como a cruel editora da revista Runway Miranda que adora deixar a vida de sua assistente Andrea (Anne Hattaway) uma loucura. Mostrando os bastidores da moda, esse filme tambem mostra até onde uma pessoa pode ir pela carreira.
LEÕES E CORDEIROS (2007):
A atriz faz uma jornalista que ajuda o personagem de Tom Cruise a desvendar os bastidores, nada legais, da guerra do Afeganistão. Dirigido pelo sempre competente Robert Redford.
DUVIDA (2008):
Meryl é a irmã Aluisius uma freira que acusa um padre (Philip Seymor-Hoffman) de pedofilia e unica que pode ajuda-lo é a irmã James (Amy Adams) que tem duvida se viu o padre cometer o abuso ou não. Um drama poderoso que se sustenta só na brilhante interpretação dos atores.
MAMMA MIA! (2008):
Nesta deliciosa comédia musical, Meryl faz o papel de Donna uma mulher que esconde da filha (Amanda Sienfried) a identidade do pai da garota e quando ela vai casar chama os três possiveis candidatos (Pierce Brosnan, Colin Firth e Stellan Skargard). Os atores cantam e dançam ao som de musicas do grupo ABBA.
domingo, 22 de janeiro de 2012
MÁS COMPANHIAS: 127 HORAS
BASEADO NUMA EMOCIONANTE E DOLOROSA HISTÓRIA REAL.
Filmes autobiógrafos tendem sempre a romantizar ou glamorizar a vida da persona homenageada. Talvez se dirigido por um cineasta de Hollywood, a história de Aron Ralston poderia cair nesta armadilha ao ser mostrada na grande tela. Mas o diretor Danny Boyle foi o escolhido para contar um momento angustiante da vida deste alpinista americano. O inglês, responsável por pequenas obras primas como Transpotting - Sem Limites, Por Uma Vida Menos Ordinária e Quem Quer Ser Um Milionario? praticamente nos entregou um documentário sobre as 127 horas em que Aron ficou preso num desfiladeiro.
Sem muita enrolação, apesar de o encontro com duas garotas no inicio do filme ter sido modificado até mesmo para mostrar um pouco da personalidade de Ralston, 127 Horas é inspirado no livro escrito pelo alpinista em que ele conta como escorregou num desfiladeiro e ficou com um braço preso numa rocha que caiu junto com ele. Com pouca comida e água e munido de uma lanterna e câmera de vídeo, ele fez um diário sobre essas horas terríveis pela qual passou. Nem mesmo com sua experiencia e todas as maneiras conhecidas por ele foram necessárias para livra-lo daquele sufoco. Sentido que sua mão já não possuía circulação de sangue o necessário, Aron tomou a decisão que, mesmo dolorosa, salvou a sua vida, cortou o braço preso com um canivete suíço (ou chines, como ele mesmo disse). Até tomar essa atitude, o cara repensou todos os seus atos e fez uma recapitulação de sua vida. Com direito até um pedido de desculpas aos pais por se manter distante deles.
O que torna a experiencia de ver esse filme tão intensa é saber que tudo aquilo aconteceu com Aron de verdade e, com uma interpretação premiada com o Oscar do ator James Franco (o Harry Osborne da cini-série Homem-Aranha), tudo ainda é mais real. Obviamente só não sentimos a dor que Ralston sentiu, mas a angustia e a claustrofobia e até um pouco da quase insanidade que o homem estava sentido, somos testemunhas. Duas lições de vidas Aron Ralston passa para as pessoas com sua história, trate as pessoas mais próximas com carinho e sempre avise para onde voce vai. Se tivesse feito isso, talvez as coisas com ele seriam diferente
Filmes autobiógrafos tendem sempre a romantizar ou glamorizar a vida da persona homenageada. Talvez se dirigido por um cineasta de Hollywood, a história de Aron Ralston poderia cair nesta armadilha ao ser mostrada na grande tela. Mas o diretor Danny Boyle foi o escolhido para contar um momento angustiante da vida deste alpinista americano. O inglês, responsável por pequenas obras primas como Transpotting - Sem Limites, Por Uma Vida Menos Ordinária e Quem Quer Ser Um Milionario? praticamente nos entregou um documentário sobre as 127 horas em que Aron ficou preso num desfiladeiro.
Sem muita enrolação, apesar de o encontro com duas garotas no inicio do filme ter sido modificado até mesmo para mostrar um pouco da personalidade de Ralston, 127 Horas é inspirado no livro escrito pelo alpinista em que ele conta como escorregou num desfiladeiro e ficou com um braço preso numa rocha que caiu junto com ele. Com pouca comida e água e munido de uma lanterna e câmera de vídeo, ele fez um diário sobre essas horas terríveis pela qual passou. Nem mesmo com sua experiencia e todas as maneiras conhecidas por ele foram necessárias para livra-lo daquele sufoco. Sentido que sua mão já não possuía circulação de sangue o necessário, Aron tomou a decisão que, mesmo dolorosa, salvou a sua vida, cortou o braço preso com um canivete suíço (ou chines, como ele mesmo disse). Até tomar essa atitude, o cara repensou todos os seus atos e fez uma recapitulação de sua vida. Com direito até um pedido de desculpas aos pais por se manter distante deles.
O que torna a experiencia de ver esse filme tão intensa é saber que tudo aquilo aconteceu com Aron de verdade e, com uma interpretação premiada com o Oscar do ator James Franco (o Harry Osborne da cini-série Homem-Aranha), tudo ainda é mais real. Obviamente só não sentimos a dor que Ralston sentiu, mas a angustia e a claustrofobia e até um pouco da quase insanidade que o homem estava sentido, somos testemunhas. Duas lições de vidas Aron Ralston passa para as pessoas com sua história, trate as pessoas mais próximas com carinho e sempre avise para onde voce vai. Se tivesse feito isso, talvez as coisas com ele seriam diferente
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
UM TRIBUTO A ALIAS
Esta semana terminei de rever um dos seriados mais legais que tive a oportunidade de assistir: Alias - Codinome Perigo. Estreando nas telas americanas em outubro de 2001, a série trazia Jennifer Garner na pele de Sidney Bristow uma garota que é recrutada pela SD-6. um braço secreto da CIA, para se tornar uma espiã. Sua vida muda completamente quando ela conta o que faz para o noivo e seu chefe Arvin Slone (Ron Rifkin) manda mata-lo. Sid então decide buscar vingança. Nesse momento delicado surge a verdadeira CIA que a contrata como dupla espiã para desmascarar toda a sujeira que Slone arma (um poderoso esquema de trafico de armas). Na verdadeira agencia, ela conhece seu contato, Michael Vaugh (Michael Vartan). A principio os dois se estranham, mas aos poucos, o ódio vai dando lugar ao amor. A bela tambem descobre que seu pai, que ela não se dá muito bem, é duplo espião também e fará de tudo para expor Slone.
Jennifer Garner: linda e mortal.
Essa é a trama básica da primeira temporada deste programa agitado que te conquista logo no primeiro episódio, considerado por muitos como o melhor piloto já feito para uma série de TV. Não é a toa, enquanto a maioria absoluta dos seriados mostram um roteiro arrastado que não engrena ao ficar apresentando os personagens, Alias ja começa a mil por hora mostrando sua protagonista numa situação de risco. O estilo da narrativa é inovador. E mostra o presente e o passado da garota. E detalhe, sem te confundir a cabeça (isso fica para mais tarde). O criador J.J Abrans escreveu esta jóia após ver o cult filme alemão Corra Lola, corra. Muito do que ele viu ali, foi implantado em sua criação. O estilo nervoso, as situações que vai e vem no tempo e a trilha tecno. Arrisco-me a dizer que Alias não só tem o melhor primeiro episódio, como toda a primeira temporada é excelente. Ainda, no melhor estilo série dos anos 1960, cada final de episódio mostra o inicio de outro. Quer mais? Que tal Jennifer Garner com modelitos ousados e diferentes perucas participando de missões super arriscadas.
A contra-missão de Sid é tentar acabar com os planos de Slone e cada capitulo a tensão aumenta mais, pois a heroína pode ser descoberta a qualquer momento. Mal imagina seu parceiro Dixon (Carl Lumbley) a dupla espiã que está ao seu lado. Na SD-6, além de Dixon, a bela conhece Marshal (Kevin Weisman) uma mistura de nerd com inventor criador de engenhocas que só poderia sair da cabeça de roteiristas como um baton-camera. Sidney, aos olhos do mundo, trabalha num banco e tenta disfarçar a vida dupla de seus amigos Francie (Merrin Dugey) e Will (Bradley Cooper). Este clima de conspiração, traições e desconfianças domina o primeiro ano que acaba de modo surpreendente. O segundo ano, tão bom quanto o primeiro, trás a aparição da mãe da mocinha, Irina Derevko (Lena Olin), que, aos poucos, se mostra uma verdadeira incógnita. Ora ajudando a filha, ora tentando mata-la. Esta temporada começa a se desenvolver melhor a intricada trama que permeia a série toda. A saga de Milos Rambaldi. Segundo os roteiristas, Rambaldi foi uma espécie de inventor/visionário do século 15 que, entre outras coisas, inventou armas de destruição em massa e também uma essência vermelha que da vida eterna. Muitas organizações do submundo, assim como gente de dentro do governo, sonham em colocar as mãos nos artefatos de Rambaldi. Sidney está no meio desta trama louca pois na pagina 47 do livro do inventor, aparece um desenho muito semelhante com o rosto da garota.
Apesar de ser uma série vitoriosa no quesito audiência e quantidade de fãs ao redor do mundo, Alias travou uma verdadeira batalha nos bastidores. Ao começar pela ausência da atriz Lena Olin da terceira temporada, que não quis renovar o contrato. Assim, os rumos do seriados tiveram que ser alterados devido a importância que a personagem Irina começou a ter. Uma morte foi criada. Jack matou a ex-mulher e isso o tornou ainda mais distante de Sid. A terceira temporada também deu um salto de dois anos, com Sidney sumida. A explicação é feita ao longo do ano que apresenta uma nova personagem. Feita por Melissa George, Lauren acaba se casando com Vaugh e se torna uma paranoica e violenta concorrente para Sid, que sempre acaba trabalhando ao lado do ex. Mas ela se mostra uma verdadeira vadia ao trair a CIA e Vaugh trabalhando com o The Covenent ao lado de Julian Sark (David Anders), com quem tem um caso.
O fator surpresa, sempre presente nos roteiros da série, na quarta temporada não existe. Considerado pelos fãs o mais fraco da série, o quarto ano apresenta uma série fora de forma. Bem sem graça, na verdade. A explicação provável é a saída dos roteiristas Alex Kurtman e Roberto Orci, responsáveis por capítulos memoráveis do show e também o criador J.J Abrans se afastou da produção pois estava cuidando de sua carreira no cinema (dirigindo os excelentes Missão Impossível III e o novo Star Trek) e também tinha outra série arrasa-quarteirão para cuidar: Lost. Os pontos positivos foram a aparição de uma irmã para espiã. Nadia (Mia Maestro) filha de Irina, com ninguém menos que Slone. Nadia foi criada num orfanato e quando jovem foi treinada por sua tia feita pela atriz Sonia Braga. E também, Garner estrando atras das câmeras dirigindo um episodio. Pelo menos, para salvar o quase desastre que foi essa temporada, os produtores conseguiram trazer de volta a atriz Lena Olin. Os problemas nos bastidores continuaram na quinta temporada. Primeiro, Michael Vartan não renovou o contrato. E a série perdeu o seu segundo protagonista. E segundo Jennifer Garner estava gravida do seu primeiro filho com Ben Afleck. A atriz atuou durante meses com um barrigão lindo de se ver. Obviamente sua participação foi reduzida. Assim como a audiência do programa. Afinal, os dois personagens principais estavam aparecendo pouco. Foram criados novos personagens para suprir a ausência. Rachel Nichols (Rachel Gibson), Tom (Baltazar Gelty) e a espiã freelancer Renee (Eloide Bouchez). Os produtores bem que tentaram, mas eles não tinham o carisma de Jennifer, que, mesmo amamentando e de resguardo voltou para os episódios finais.
Mesmo com todos os problemas de bastidores, a série foi vitoriosa. Ela surgiu no mesmo ano de 24 horas e A Sete Palmos e conseguiu se destacar por seus roteiros bem bolados. Mesmo após 10 anos de sua criação, continua surpreendente e bem feita dando show em muitos filmes que Hollywood apresenta.
+
Outro detalhe que tornou Alias famoso no mundo todo foi a quantidade de participações especiais. Nomes como Roger Moore, Isabella Roselini, Sonia Braga, Angela Basset, David Carradine, Faye Dunaway, Grifin Dunne, Cristian Slater, Ethan Hawke e os diretores Quentin Tarantino e David Cronenberg participaram da série.
Uma grana era gasta com as perucas usadas por Jen.
Jennifer Garner: linda e mortal.
Essa é a trama básica da primeira temporada deste programa agitado que te conquista logo no primeiro episódio, considerado por muitos como o melhor piloto já feito para uma série de TV. Não é a toa, enquanto a maioria absoluta dos seriados mostram um roteiro arrastado que não engrena ao ficar apresentando os personagens, Alias ja começa a mil por hora mostrando sua protagonista numa situação de risco. O estilo da narrativa é inovador. E mostra o presente e o passado da garota. E detalhe, sem te confundir a cabeça (isso fica para mais tarde). O criador J.J Abrans escreveu esta jóia após ver o cult filme alemão Corra Lola, corra. Muito do que ele viu ali, foi implantado em sua criação. O estilo nervoso, as situações que vai e vem no tempo e a trilha tecno. Arrisco-me a dizer que Alias não só tem o melhor primeiro episódio, como toda a primeira temporada é excelente. Ainda, no melhor estilo série dos anos 1960, cada final de episódio mostra o inicio de outro. Quer mais? Que tal Jennifer Garner com modelitos ousados e diferentes perucas participando de missões super arriscadas.
A contra-missão de Sid é tentar acabar com os planos de Slone e cada capitulo a tensão aumenta mais, pois a heroína pode ser descoberta a qualquer momento. Mal imagina seu parceiro Dixon (Carl Lumbley) a dupla espiã que está ao seu lado. Na SD-6, além de Dixon, a bela conhece Marshal (Kevin Weisman) uma mistura de nerd com inventor criador de engenhocas que só poderia sair da cabeça de roteiristas como um baton-camera. Sidney, aos olhos do mundo, trabalha num banco e tenta disfarçar a vida dupla de seus amigos Francie (Merrin Dugey) e Will (Bradley Cooper). Este clima de conspiração, traições e desconfianças domina o primeiro ano que acaba de modo surpreendente. O segundo ano, tão bom quanto o primeiro, trás a aparição da mãe da mocinha, Irina Derevko (Lena Olin), que, aos poucos, se mostra uma verdadeira incógnita. Ora ajudando a filha, ora tentando mata-la. Esta temporada começa a se desenvolver melhor a intricada trama que permeia a série toda. A saga de Milos Rambaldi. Segundo os roteiristas, Rambaldi foi uma espécie de inventor/visionário do século 15 que, entre outras coisas, inventou armas de destruição em massa e também uma essência vermelha que da vida eterna. Muitas organizações do submundo, assim como gente de dentro do governo, sonham em colocar as mãos nos artefatos de Rambaldi. Sidney está no meio desta trama louca pois na pagina 47 do livro do inventor, aparece um desenho muito semelhante com o rosto da garota.
Apesar de ser uma série vitoriosa no quesito audiência e quantidade de fãs ao redor do mundo, Alias travou uma verdadeira batalha nos bastidores. Ao começar pela ausência da atriz Lena Olin da terceira temporada, que não quis renovar o contrato. Assim, os rumos do seriados tiveram que ser alterados devido a importância que a personagem Irina começou a ter. Uma morte foi criada. Jack matou a ex-mulher e isso o tornou ainda mais distante de Sid. A terceira temporada também deu um salto de dois anos, com Sidney sumida. A explicação é feita ao longo do ano que apresenta uma nova personagem. Feita por Melissa George, Lauren acaba se casando com Vaugh e se torna uma paranoica e violenta concorrente para Sid, que sempre acaba trabalhando ao lado do ex. Mas ela se mostra uma verdadeira vadia ao trair a CIA e Vaugh trabalhando com o The Covenent ao lado de Julian Sark (David Anders), com quem tem um caso.
Jennifer e Michael: quimica perfeita.
O fator surpresa, sempre presente nos roteiros da série, na quarta temporada não existe. Considerado pelos fãs o mais fraco da série, o quarto ano apresenta uma série fora de forma. Bem sem graça, na verdade. A explicação provável é a saída dos roteiristas Alex Kurtman e Roberto Orci, responsáveis por capítulos memoráveis do show e também o criador J.J Abrans se afastou da produção pois estava cuidando de sua carreira no cinema (dirigindo os excelentes Missão Impossível III e o novo Star Trek) e também tinha outra série arrasa-quarteirão para cuidar: Lost. Os pontos positivos foram a aparição de uma irmã para espiã. Nadia (Mia Maestro) filha de Irina, com ninguém menos que Slone. Nadia foi criada num orfanato e quando jovem foi treinada por sua tia feita pela atriz Sonia Braga. E também, Garner estrando atras das câmeras dirigindo um episodio. Pelo menos, para salvar o quase desastre que foi essa temporada, os produtores conseguiram trazer de volta a atriz Lena Olin. Os problemas nos bastidores continuaram na quinta temporada. Primeiro, Michael Vartan não renovou o contrato. E a série perdeu o seu segundo protagonista. E segundo Jennifer Garner estava gravida do seu primeiro filho com Ben Afleck. A atriz atuou durante meses com um barrigão lindo de se ver. Obviamente sua participação foi reduzida. Assim como a audiência do programa. Afinal, os dois personagens principais estavam aparecendo pouco. Foram criados novos personagens para suprir a ausência. Rachel Nichols (Rachel Gibson), Tom (Baltazar Gelty) e a espiã freelancer Renee (Eloide Bouchez). Os produtores bem que tentaram, mas eles não tinham o carisma de Jennifer, que, mesmo amamentando e de resguardo voltou para os episódios finais.
Elenco: cada temporada houve troca de
atores. Esta foto é do terceiro ano.
Mesmo com todos os problemas de bastidores, a série foi vitoriosa. Ela surgiu no mesmo ano de 24 horas e A Sete Palmos e conseguiu se destacar por seus roteiros bem bolados. Mesmo após 10 anos de sua criação, continua surpreendente e bem feita dando show em muitos filmes que Hollywood apresenta.
+
Outro detalhe que tornou Alias famoso no mundo todo foi a quantidade de participações especiais. Nomes como Roger Moore, Isabella Roselini, Sonia Braga, Angela Basset, David Carradine, Faye Dunaway, Grifin Dunne, Cristian Slater, Ethan Hawke e os diretores Quentin Tarantino e David Cronenberg participaram da série.
Uma grana era gasta com as perucas usadas por Jen.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
JACK BAUER RETORNA
Passou batido para muitos, mas em 6 de Novembro ultimo se comemorou os 10 anos da estreia da serie que revolucionou o jeito de se fazer esse tipo de programa na TV aberta americana. 24 Horas foi o seriado que surgiu no periodo certo. Ainda abalada pelos ataques terroristas promovidos por Osame Bin Laden em 11 de Setembro de 2001, a America viu o surgimento do anti-heroi definitivo: Jack Bauer (Kiefer Sutherland). Principal membro da Unidade Contra Terrorismo (chamada UCT), Jack é o cara. Sem medo, truculento e pavio curto, o homem não tem dó em lidar com os bandidos. Seja homem ou mulher. Ele espanca, tortura e mata sem piedade. Era tudo que os publico americano queria, alguem para se vingar por eles dos terroristas.
Para evitar maiores complicações, os produtores muitas vezes inventavam países para se fazerem passar por terroristas (apesar da aparencia dos atores eram semalhantes com os arabes). Mas no fundo, todos sabiam de quem os vilões se tratavam. Aqui no Brasil, a série estreou no período de ouro do canal a cabo FOX ao lado de figuras como Buffy - A Caça Vampiros, Angel e Arquivo X entrando em fase final de exibição. Foi amor a primeira vista da parte do publico. Uma série com roteiro dinâmico, estilo de filmagem inovador (com as vezes quatro acontecimentos mostrados na tela) e uma violência nunca antes mostrada na TV, 24 Horas virou mania, um fenômeno que acontece de tempos em tempos. Não demorou muito pra poderosa Globo se interessar pelo seriado e, aproveitando o contrato exclusivo com a FOX, começou a passar 24 nas madrugas (!) no verão no lugar do Programa do Jô. Jack Bauer não só demonstrou não ter piedade com seus inimigos, a audiência do programa surpreendeu, principalmente por ser exibido de madrugada. A impressa deu ampla atenção ao assunto, como pode um "enlatado" duplicar a audiência do horario? Explicação simples: diferente do que a Rede Globo pensava, muitas pessoas adoram um enlatado americano.
Foram 8 intensas temporadas divididos por 192 episódios alem de um telefilme que foi usado para suprir um ano que o show não foi exibido devido a greve dos roteiristas no intervalo entre a sexta e sétima temporadas. Um formato que inovou ao apresentar um enredo que jamais fica enfadonho ou tedioso e que se apresentou um verdadeiro desafio logístico a produção. O cabelo dos atores eram aparados a cada três dias, também, se destacava a contra-regra que tinha que ter um cuidado especial por manter tudo no lugar certo por tanto tempo, afinal, cada temporada se passava em um único dia e eram 6 dias de filmagens durante nove meses. 24 horas também foi um dos poucos seriados a terem mais de uma câmera filmando toda a ação (em séries dramáticas e também em filmes, o normal é ter uma câmera). Apesar da critica cair em cima dos roteiros apresentados nos dois ultimos anos, a primeira e quinta temporadas são consideradas as melhores. O primeiro ano, mesmo sendo novidade, apresentou aquilo que se tornou uma rotina no seriado, o fator surpresa. Nada e nem ninguém estava salvo, principalmente após os roteiristas matarem um dos protagonistas. Isso se tornou rotineiro. Somente Kiefer participou de todos os capítulos. O quinto ano foi um marco por apresentar uma trama que fica melhor e mais surpreendente durante 24 episódios que se tornaram um obra-prima e uma lição de como se fazer um programa semanal. Se você ficou interessado em saber se meus elogios ao seriado são merecidos, uma oportunidade irá surgir. Em Janeiro, se Jesus permitir (já te explico o por que), a Band irá iniciar a exibição diária de 24 horas no horário nobre e em qualidade de som e imagem digital. A série poderá ser exibida de segunda a sexta as 21 horas se a emissora não renovar o contrato com a igreja Internacional da Graça de Deus que hoje ocupa meia hora da programação noturna da emissora num contrato que engorda a conta do canal em milhões mensais. Taí um inimigo que pode ser capaz de deixar Jack Bauer de lado.
Atualização 29/04/2013: a Band até o momento não estreou a série em sua programação.
+
Durante o inicio da terceira temporada, o programa passou por uma crise nos bastidores. Pelo menos aqui no Brasil. O dublador de Kiefer/Jack Tatá Guarnieri (responsavel pela voz de Kenshin em Samurai X) entrou com uma ação contra a FOX pedindo direito sobre o uso de sua voz. Nada mais justo, afinal, Tatá usava a sua voz uma vez, e seu trabalho era usado em varias mídias como TV aberta e a cabo e DVD. Tudo com um pagamento apenas. Sua decisão foi retalhada pela distribuidora, que impediu o profissional de voltar a fazer a voz de Jack na empresa Mastersound, sendo substituído por Marcio Simões. A atitude de Tatá, pioneira, abriu as portas para outros dubladores fazerem o mesmo (apesar de mais de 80 % dos artistas preferirem continuar no meio recebendo por seu trabalho sem reclamar). O resultado é que muitas series e desenhos tiveram a famigerada troca de vozes e atores que tinham bonecos (mesmo dublador para um mesmo ator/atriz) serem igualmente substituídos. É por isso que hoje, ao ver um filme com o George Clooney, por exemplo, você possa estranhar ao assistir o filme dublado sem a voz padrão do ator (no caso o dublador Marco Antonio que em outras oportunidades ficou sem fazer a voz de Johnny Depp também).
sábado, 26 de novembro de 2011
LINDA E CORAJOSA
UM PERFIL DA CARREIRA DE MONICA BELLUCCI
A atriz italiana Monica Bellucci nasceu em Cittá di Castelo, Itália em 30 de Setembro de 1964. A moça cresceu nesta pequena cidade ambicionando um futuro melhor, longe da monotonia. Mas só teve coragem para mudar a vida na faculdade, quando largou tudo para seguir a carreira de modelo. Conseguiu muitas capas de revistas, mas sempre de olho no cinema, já que adorava o trabalho de suas comteporaneas Gina Lolobrigida e Sofia Loren. Nestes acasos do destino, o diretor Francis Ford Coppola viu fotos suas numa publicação e chamou a sua atenção. "Quem é essa morena deslumbrante?", queria saber o diretor no inicio dos anos 1990. Então, Coppola a convidou para fazer uma ponta em Drácula. Era o sinal que a bela esperava entrar de vez na profissão, se bem que ela já acumulava dois filmes no curricullum.
O minusculo papel em Dracula de Bran Stocker e mais vitoriosa carreira como modelo fez Monica se tornar conhecida o suficiente para começar a fazer testes para outros filmes. Ela conseguiu o papel principal no drama intimista de baixo orçamento O Apartamento (Le Appartament, 1996). Nesta produção francesa (o trabalho como modelo a deixou fluente em frances e ingles) ela conheceu seu futuro marido, o ator Vicent Cassel, com quem viria ainda a fazer mais três filmes juntos. Este papel lhe rendeu muitas indicações e prêmios de atriz revelação. Daí foi um pulo para a moça deixar de ser a modelo tentando ser atriz para se tornar atriz reconhecida por seu talento e não beleza. Continuou a fazendo filmes entre a Itália e França até que ser tornou conhecida no mundo todo por Malena (Malena, 2000), em que fez uma fogosa italiana que não se importa com que os outros falam e Pacto dos Lobos (Le Pacte dus Loups, 2001) onde fez uma prostituta. Mas o seu próximo filme a faria conhecida mundialmente. No polemico Irreversível (Irreverssible, 2002), ela faz Alex uma moça que é brutalmente violentada num túnel de mêtro (veja mais sobre esse filme na seção +). A coragem da moça ao fazer um papel tão difícil fez chover convite de todos os lados. Inclusive de Hollywood onde fez um papel de destaque nas continuações de Matrix e em Lagrimas do Sol ao lado de Bruce Willis. Todo ficaram impressionados com a desenvoltura da italiana falando fluentemente inglês.
Seus trabalhos seguintes alternaram entre produções americanas e francesas, ja que essa altura havia casado com Cassel, com quem tem duas filhas. Hoje ela mora em Paris com a família e diz ter a melhor profissão do mundo, já que pode-se ir qualquer lugar do mundo sem entrar numa chata e estressante rotina. Monica se tornou uma reconhecida e admirada atriz por sua coragem ao encarar papéis ousados e complicados e encarar a idade (não parece, mas ela ja está com 47 anos) com naturalidade, em suas palavras "eu sou passado, minha filha é o futuro, nós europeus não ligamos de fazer papeis de mães de adolescentes como em Hollywood, é na maturidade que vem os melhores papéis". Não é a toa que intitulei este post como linda e corajosa.
+
Em qualquer lista dos filmes mais polêmicos, Irreverssivel vai estar entre os primeiros, sem duvida. Tem que ter, no minimo estomago forte para assistir esta produção de Gaspar Noé de 2002 onde Monica Bellucci faz Alex uma moça que é brutalmente violentada e estuprada num túnel de metro. Essa é a versão resumida que posso dar para vocês.
Fui ver esse filme devido a todo o falatório que havia sobre ele, no extinto Cine Ritz que, em seus últimos anos, exibia apenas títulos alternativos. Acredite, em 10 minutos de projeção, metade da platéia havia saído da sala (assim como aconteceu em sua primeira exibição em Cannes). Também, foram 20 minutos praticamente no escuro em que vimos um homem desesperado entrando numa boate sadomasoquista gay e amassando a cabeça de um cara com extintor de incêndio. Se no inicio ele é complicado de se entender a medida que vamos assistindo, podemos compreender melhor. O filme se passa de trás para frente em longos planos sequencias. Em outras palavras, é mostrado por que o rapaz bate com tanta violência no outro. Tudo por que sua amada é violentada. Ai que chega a cena mais impressionante que já vi em toda a minha vida de cinéfilo. A personagem de Monica é perseguida, estuprada e violentada. Como nas outras cenas é tudo sem cortes, impressionantemente bem feito e a sensação que se passa é que Bellucci realmente sofreu tudo aquilo. Um filme para poucos corajosos.
A atriz italiana Monica Bellucci nasceu em Cittá di Castelo, Itália em 30 de Setembro de 1964. A moça cresceu nesta pequena cidade ambicionando um futuro melhor, longe da monotonia. Mas só teve coragem para mudar a vida na faculdade, quando largou tudo para seguir a carreira de modelo. Conseguiu muitas capas de revistas, mas sempre de olho no cinema, já que adorava o trabalho de suas comteporaneas Gina Lolobrigida e Sofia Loren. Nestes acasos do destino, o diretor Francis Ford Coppola viu fotos suas numa publicação e chamou a sua atenção. "Quem é essa morena deslumbrante?", queria saber o diretor no inicio dos anos 1990. Então, Coppola a convidou para fazer uma ponta em Drácula. Era o sinal que a bela esperava entrar de vez na profissão, se bem que ela já acumulava dois filmes no curricullum.
O minusculo papel em Dracula de Bran Stocker e mais vitoriosa carreira como modelo fez Monica se tornar conhecida o suficiente para começar a fazer testes para outros filmes. Ela conseguiu o papel principal no drama intimista de baixo orçamento O Apartamento (Le Appartament, 1996). Nesta produção francesa (o trabalho como modelo a deixou fluente em frances e ingles) ela conheceu seu futuro marido, o ator Vicent Cassel, com quem viria ainda a fazer mais três filmes juntos. Este papel lhe rendeu muitas indicações e prêmios de atriz revelação. Daí foi um pulo para a moça deixar de ser a modelo tentando ser atriz para se tornar atriz reconhecida por seu talento e não beleza. Continuou a fazendo filmes entre a Itália e França até que ser tornou conhecida no mundo todo por Malena (Malena, 2000), em que fez uma fogosa italiana que não se importa com que os outros falam e Pacto dos Lobos (Le Pacte dus Loups, 2001) onde fez uma prostituta. Mas o seu próximo filme a faria conhecida mundialmente. No polemico Irreversível (Irreverssible, 2002), ela faz Alex uma moça que é brutalmente violentada num túnel de mêtro (veja mais sobre esse filme na seção +). A coragem da moça ao fazer um papel tão difícil fez chover convite de todos os lados. Inclusive de Hollywood onde fez um papel de destaque nas continuações de Matrix e em Lagrimas do Sol ao lado de Bruce Willis. Todo ficaram impressionados com a desenvoltura da italiana falando fluentemente inglês.
Seus trabalhos seguintes alternaram entre produções americanas e francesas, ja que essa altura havia casado com Cassel, com quem tem duas filhas. Hoje ela mora em Paris com a família e diz ter a melhor profissão do mundo, já que pode-se ir qualquer lugar do mundo sem entrar numa chata e estressante rotina. Monica se tornou uma reconhecida e admirada atriz por sua coragem ao encarar papéis ousados e complicados e encarar a idade (não parece, mas ela ja está com 47 anos) com naturalidade, em suas palavras "eu sou passado, minha filha é o futuro, nós europeus não ligamos de fazer papeis de mães de adolescentes como em Hollywood, é na maturidade que vem os melhores papéis". Não é a toa que intitulei este post como linda e corajosa.
+
Em qualquer lista dos filmes mais polêmicos, Irreverssivel vai estar entre os primeiros, sem duvida. Tem que ter, no minimo estomago forte para assistir esta produção de Gaspar Noé de 2002 onde Monica Bellucci faz Alex uma moça que é brutalmente violentada e estuprada num túnel de metro. Essa é a versão resumida que posso dar para vocês.
Fui ver esse filme devido a todo o falatório que havia sobre ele, no extinto Cine Ritz que, em seus últimos anos, exibia apenas títulos alternativos. Acredite, em 10 minutos de projeção, metade da platéia havia saído da sala (assim como aconteceu em sua primeira exibição em Cannes). Também, foram 20 minutos praticamente no escuro em que vimos um homem desesperado entrando numa boate sadomasoquista gay e amassando a cabeça de um cara com extintor de incêndio. Se no inicio ele é complicado de se entender a medida que vamos assistindo, podemos compreender melhor. O filme se passa de trás para frente em longos planos sequencias. Em outras palavras, é mostrado por que o rapaz bate com tanta violência no outro. Tudo por que sua amada é violentada. Ai que chega a cena mais impressionante que já vi em toda a minha vida de cinéfilo. A personagem de Monica é perseguida, estuprada e violentada. Como nas outras cenas é tudo sem cortes, impressionantemente bem feito e a sensação que se passa é que Bellucci realmente sofreu tudo aquilo. Um filme para poucos corajosos.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
KERMIT E POLEMICA DA TROCA DE NOMES
Voce sabe quem é Kermit? As crianças vão te responder que é o nome do sapinho por quem a porquinha Pig é apaixonada. Mas daí você me pergunta: "mas não é Caco o nome dele?" Era. Quer dizer, o nome original do sapo é Kermit, mas aqui no Brasil, nos anos 1970, quando estreou The Muppet Show, o nome regional foi batizado Caco para ficar mais fácil de decorar.
" Meu nome ERA Sininho, hoje me chamo Tinker Bell"
"Eu gostava mais do meu antigo nome, Puff, fazer o que?"
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
DESCANSE EM PAZ: BARRADOS NO BAILE
No inicio dos anos noventa, o produtor Aaron Spelling precisava se reinventar. Co-criador de hits dos anos setenta como Justiça em Dobro, Casal 20 e As Panteras, ele via o seu reinado na televisão ser dominado pelas séries policiais que a cada dia tomava conta da programação da TV americana. Com o constante crescimento do canal FOX, que queria brigar de frente na audiencia com as redes ABC, CBS e NBC, eles decidiram chamar Spelling para apresentar um novo projeto de seriado. Considerado antiquado pelos executivos e anunciantes, o produtor resolveu investir nos adolescentes e criou o conceito da série Barrados no Baile (Beverly Hills, 90210). Até então, os jovens eram tratados como os rebeldes sem causa ou engraçadinhos. Em Barrados, eles tinham voz e vez.
Mas o começo não foi essa maravilha toda. Como a FOX apostava alto nessa nova produção, Spelling se via pressionado a apresentar um produto de primeira. Mas o projeto quase não viu a luz do dia, pois todo o elenco estava escalado a não ser os protagonistas gemeos Brandon e Brenda. Tori Spelling, filha de Aaron e recem escalada para o papel de Donna (ela passou no teste por que trocou de nome) mostrou dois jovens atores que estavam despontando na epoca: Shannen Doherty e Jason Priestly. Shannen era veterana na televisão e Jason tinha saido do elenco de uma série cancelada. Os dois agradaram os produtores e, em uma semana, começaram a gravar. Assim começou a história da familha Walsh que chega do interior da América num lugar cheio de gente rica e famosa.
O conceito do programa era sobre os valores familiares que Cindy (Carol Poter) e Jim (James Eceklhouse) passavam para os filhos gemeos Brandon e Brenda. Os dois jovens vão estudar na West Beverly High Scool onde conhecem estudantes podres de ricos. A patricinha Kelly (Jennie Garth) e sua amiga Donna (Tori Spelling) se tornam rapidamente amigas de Brenda. A esforçada bolsista Andrea (Gabrielle Carteries) e o popular Steve (Ian Zering) ficam próximos de Brandon. Eles conhecem também David (Brian Austen Green), um garotão que só queria zoar. Fora do colégio, essa galera se encontra no Peach-Peach, onde Brandon trabalha por um tempo ajudando o dono Nat (Joe E. Tata).
No dia 19 de Outubro de 1990 foi ao ar o episodio piloto que teve uma audiência aquém do esperado. A impressa culpava o horário de exibição competindo direto com a sensação de época Cheers. Também foi citado que as historias, personagens e situações eram um pouco bobas, superficiais e sem emoção. Então, um novo personagem foi criado. Dylan (Luke Perry) era o rebelde, muito inspirado no ator James Dean e que começou a arrancar suspiros das meninas da escola. Mas nem apimentado um pouco as histórias com a entrada do novo personagem adiantou para subir a audiência do programa. Nos bastidores, os atores apostavam quantas semanas de trabalho ainda teriam antes da FOX cancelar o programa. Uma ultima cartada foi usada quando os produtores contrataram um publicitário que trabalhou a imagem dos atores e seus personagens. Funcionou. De um começo enfadonho, no final da primeira temporada, a audiência subiu em 28 %. Um nova leva de episódios foram encomendados - chamados de temporada de verão - e num instante a série se tornou mania.
Aqui no Brasil, a Globo começou a exibir Barrados nos domingos quando a emissora tinha tradição de exibir séries americanas neste dia. Foi um sucesso sem precedentes. A mistura de problemas adolescentes, musicas descoladas e atores bonitos fizera milhares de jovens pelo mundo se identificar. Enquanto a mania ia aumentando, o trabalho também. Os atores chegavam a gravar de segunda a sábado até altas horas. O sucesso tem seu preço. Com as três primeiras temporadas muito bem recebidas pelo publico, parecia que nada iria abalar as estruturas da galera de Berverly Hills. Mas nos bastidores, a coisa não era assim tão fácil. Com uma paquera aqui e outra ali (até hoje não foi confirmada a fofoca que Shannen e Jason namoraram) os atores começaram a ter problemas de relacionamento. Shannen Dorherty se revelou a verdadeira garota problema, assim como sua Brenda. Ela faltava, chegava atrasada, não decorava os textos e brigava com Jennie para vestir a roupa mais bonita do que a colega. A situação ficou foram de controle e na quarta temporada, Aaron Spelling tomou uma decisão arriscada: despediu a garota problema.
Para alivio dos produtores, a audiência continuou alta, mesmo com a entrada de novos personagens Valerie (Thiffany Amber Thilsen), que tomou as vezes de vilã e Clare (Katheleen Robertson). Algum tempo depois, alguns velhos amigos iam se despedindo. Na quinta temporada já não tinha a presença de Andrea e dos pais de Brandon e Dylan. o sucesso continuou por um tempo. Mas a série começou a ter sinais de desgaste nos seus roteiros e as situações apresentadas beiravam para o novelesco. Barrados e sua "irmã" Melrose se tornaram verdadeiras novelas de luxo.
Mesmo assim, a atração durou 10 temporadas no ar e, do elenco original, apenas ficaram Kelly, David, Donna e Steve. Dylan não conta, afinal, o ator Luke Perry saiu por um tempo. Os protagonistas, a família Walsh, nem deram as caras no episodio final que mostrou o casamento de Donna e David. O sucesso do seriado abriu as portas para os dramas teens que provaram ser também tão rentáveis quanto os dramas adultos, alem de ter criado um spin off, Melrose Place, e uma continuação no ano 2009 chamada 90210 (lê se naine ou tchu ou nou) em que as personagens Kelly e Brenda são conselheiras da escola e também Donna aparece para dar um oi. Quem imaginou que o reencontro das atrizes Shannen e Jennie seria explosivo como nos velhos tempos (elas chagaram até a se esbofetar nas gravações da série original) se enganou. As duas se trataram com velhas amigas que a muito não se viam. Prova de que tudo, afinal, foi coisa de adolescente.
domingo, 6 de novembro de 2011
10 ANIMES MAIS LEGAIS
O post mais visitado no Badfish até hoje foi este aqui http://badfish-fanzine.blogspot.com/2011/09/lista-20-desenhos-animados.html . Não é a toa, ja que os desenhos animados fazem parte da infancia de qualquer criança, seja ela rica ou pobre. Propositalmente não inclui nenhum desenho japones por que queria fazer uma postagem só para eles. Polemicos, inovadores e irresistiveis. Pode-se usar muitas palavras para descrever os animes. Uma coisa é certa, eles ficaram no imaginario popular por muito tempo, como os desenhos da Disney para os americanos ou A Turma da Monica para os brasileiros. A intensa e prolifica industria da animação japonesa começou a tomar forma a partir da decada de 1950, alguns anos após o fim da segunda guerra mundial onde os conflitos entre os americanos e japoneses estavam sendo superados (porem, não esquecidos). Os japoneses, como parte de um projeto do governo que fez o país se reerguer das cinzas da guerra atraves da cultura e educação do povo, se interessavam na cultura popular americana. Os desenhos animados entraram na dança e com a necessidade cada vez mais crescente de uma programação diferenciada na televisão, muitos desenhos foram produzidos, oriundos, principalmente, dos mangás. Até hoje, a industria é sustentada criativamente com adaptações de histórias em quadrinhos em 70%. Apesar de ter assistido quando criança, produções como Zillion e Patrulha Estrelar não vão entrar na lista abaixo e tambem classicos como A Princesa e o Cavaleiro e Speed Racer. Os primeiros, pelo fato de lembrar muito pouco e os ultimos por que não assisti. Segue abaixo, a minha lista dos 10 animes mais legais:
Este é o mais diferente do gênero presente nesta lista. Muito dificil um anime superar a originalidade desta produção. Recheada com uma trilha sonara composta de jazz, blues e até bossa nova, o desenho conta a história dos tripulantes da nave Bebop. Caçadores de recompensas espacias, o casca grossa Spike, auxiliado pelo leal amigo Jet, pela interesseira Faye e pela garota Ed vagam pelo espaço em busca de grana e diversão.
PERSONAGEM COOL: Faye Valantine. Uma das poucas personagens femininas dentro dessa série, ela é mesquinha, interesseira e vive (tentando) passar a perna nos "amigos".
DRAGON BALL (1986):
PERSONAGEM COOL: Numa era onde heróis principais são coadjuvantes do seu próprio show, em Dragon Ball a figura mais legal é Goku que, mesmo crescendo e tendo filhos e netos durante a série, não deixa de ser um crianção sempre com sorriso no rosto e frases de incentivo
NEON GENESIS EVANGELION (1996):
Evangelion tem uma trama complicada, cheio de teorias que vão de relegiao a filosofia. Tudo com pano de fundo uma luta de robos gigantes contra mostros espaciais que invadiram a Terra. Jovens capacitados são escolhidos para pilotar os Evas (nome dos robos), entre eles o herói Shinji, o mais depressivo protagonista de todos os tempos. O garoto tem baixa alta estima, é timido e sofre com um pai ausente, mesmo estando na sala ao lado. Alias, são esses dilemas, mais proximos de nossa realidade, que fizeram Evangelion se tornar o cult que é até hoje.
PERSONAGEM COOL: Rei é a primeira piloto escolhida. Ela pouco fala, aparece com visual diferente a todo momento e o publico adora fazer teorias sobre sua origem e personalidade.
OS CAVALEIROS DO ZODIACO (1986):
Não é preciso muito para escrever sobre este aqui. Simplesmente se não fosse esse desenho, todo o mercado de desenhos e gibis japones não seriam o mesmo em nosso país. Foi um fenomeno sem precedentes que fez muitos passarem a admirar a cultura pop do Japão (inclusive eu). Apesar do enredo repetitivo, o anime possui personagens que nós odiamos amar como Shun. E o que dizer da melancolica melodia que toca todas as vezes que Hyoga lembra da mãe. E dos dramaticos combates de Shiryu. Não podemos esquecer o mais odiado protagonista que ja surgiu: Seiya. Que vence todas as batalhas e tem 3 (!) garotas apaixonadas por ele. O anime teve um up no inicio dos anos 2000 com a produção da fase Hades e outros especiais, inclusive para o cinema.
PERSONAGEM COOL: Sempre gostei de Mu com aquela aura calma, sem se envolver muito e que se solta de vez na saga de Hades, usando golpes que nunca tinhamos visto.
RANMA 1/2 (1989):
Da para definir este anime como uma autentica comedia romântica. Repleta de situações maliciosas, com direito peitinhos aparecendo, o desenho conta a história de Ranma um garoto que é levado pelo pai a fontes amaldiçoadas na China e caiu numa delas. Agora, toda a vez que é molhado com aguá fria, se transforma em mulher, e gera muitas confusões. Ranma homem e mulher tem muitos admiradores que o fazem cair em muitas situações constrangedoras, eles e elas só tem um rival pela frente a forte e brava Akane que, esconde de todos, mas ama o azarado herói..
PERSONAGEM COOL: Shampoo é uma chineisinha que ama Ranma desde de pequena e também é noiva prometida do cara, assim como Akane.
SAMURAI X (1996):
Vou confessar algo: Samurai X (prefiro seu nome original, Rurouni Kenshin) é meu desenho favorito de todos os tempos! Belo desenho de personagens, cenários, história e enredo. Arrisco-me a dizer que este é um caso raro do anime ser melhor que o mangá. A história do samurai sem destino Kenshin que, após um período matando pessoas em nome do governo, quer redenção, é repleta de figuras carismáticas (principalmente vilões). Em comemoração aos 15 anos da estreia do desenho, uma nova leva de produções foram anunciadas, entre eles um novo anime refazendo a parte mais famosa da saga e um filme para o cinema com atores de carne e osso.
PERSONAGEM COOL: Kaoru é uma garota marrenta, boa lutadora e tem um coração de ouro. Este coração pertence a Kenshin. É comovente como ela ignora o passado de seu amado, que já foi casado, e se entrega ao amor de sua vida, ficando com ele até o final da vida de ambos.

SAILOR MOON (1992):
A reencarnação da princesa da lua é uma estudante de 14 anos, loirinha, burrinha, preguiçosa e chorona. Mesmo assim, conquistou o coração de milhares de fãs no mundo todo. Sailor Moon tem duas receitas infalíveis em seu enredo: histórias de romance + super esquadrão de garotas lutando contra as forças do mal. Cheios de golpes, frases de efeito e vários detalhes disfarçados de potenciais produtos para se vender, o desenho é sucesso até hoje. É o mangá campeão de vendas nos EUA, está sendo relançado na Europa (em comemoração aos 20 anos de lançamento) e teve até uma série em live action que foi um pouco mais fiel aos quadrinhos, pero no mucho.
PERSONAGEM COOL: adoro todas as guerreiras, mas a que acho mais legal é a Lita, Sailor Jupiter. Durona, independente e a mais forte das Sailors.

SHURATO (1989):
Quando um anime faz um sucesso muito grande, naturalmente "cópias" surgem para aproveitar a onda do momento. Shurato pegou carona no sucesso de Os Cavaleiros do Zodíaco. Tudo estava ali cinco herois que vestiam armaduras e que lutavam por uma deusa. Mas a criação do desenho tomou um cuidado para que seus personagens tivesse mais alma, fossem mais carismáticos e que as histórias não fosse repetitivas (grande defeito dos Cavaleiros). O sucesso de Shurato só não foi maior por que o estudio que o produziu estava com dificuldades financeiras e muitos episódios foram muito mal animados.
PERSONAGEM COOL: Leiga é muito simpatico, prestativo, delicado, um pouco escandaloso e dá em cima do Shurato. Tambem é um dos favoritos dos fãs.

TENCHI MUYO (1996):
Animes sobre um garoto perdedor que tem muitas meninas correndo atrás dele é comum no Japão. Mas Tenchi Muyo é especial por ser o primeiro a ser lançado aqui. Cheio de malicias e piadas de duplo sentido, o desenho foi exibido junto com Dragon Ball Z na Band e se destacou por trazer um enredo um pouco mais maduro (principalmente na segunda parte, Tenchi in Tókio). Destaco também a dublagem brasileira feita na Herbert Richers, no Rio, pegando muitos de surpresa (era comum esse tipo de produção receber a versão brasileira em São Paulo), o que fez que varias vozes que estávamos acostumados a escutar nos filmes, estivessem presentes no desenho.
PERSONAGEM COOL: Ryoko a louca apaixonada pirata espacial é escandalosa e faz tudo por seu amado. Inesquecível o episódio onde ela diz a todos que estava gravida de Tenchi!
YU YU HAKUSHO (1994):
As aventuras do detetive espiritual Yusuke Urameshi conquistou a todos quando a febre dos Cavaleiros estava diminuindo. A estrutura da narrativa das séries é parecida. Mas Yu Yu não se deixa cair no lugar comum e nos entrega uma aventura cheio de lutas, personagens carismáticos e uma ótima animação. Não da pra não citar a dublagem brasileira, realizada nos estúdios Audionews no Rio de Janeiro, onde se teve muitas adaptações e o uso, sem medo, de expressões do nosso país.
PERSONAGEM COOL: Koema é um baixinho boca dura e comanda a maioria das aventuras de Yusuke e seus amigos. Um personagem que nos faz rir todas as vezes em que aparece.
Marcadores:
animes,
cowboy bebop,
desenho,
desenhos japoneses,
dragon ball,
lista,
neon genesis evangelion,
os cavaleiros do zodiaco,
ranma 1/2,
sailor moon,
shurato,
tenchi muyo
Assinar:
Postagens (Atom)













.jpg)



.jpg)

.jpg)
.jpg)

.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)

































